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Título: Fios e desafios da atenção à saúde da criança no estado do Espírito Santo: análise da mortalidade de zero a cinco anos com gestores do Programa Estadual de Saúde da Mulher e da Criança
Autor(es): SANTOS, T. M. R.
Orientador: FIGUEIREDO, T. A. M.
Palavras-chave: Crianças
Cuidado e higiene
Mortalidade infantil
Serviços
Data do documento: 26-Fev-2013
Editor: Universidade Federal do Espírito Santo
Citação: SANTOS, T. M. R., Fios e desafios da atenção à saúde da criança no estado do Espírito Santo: análise da mortalidade de zero a cinco anos com gestores do Programa Estadual de Saúde da Mulher e da Criança
Resumo: Trata-se de um estudo de abordagem qualitativa que objetivou discutir a mortalidade de zero a cinco anos, no estado do Espírito Santo, no lapso de agosto de 2011 a agosto de 2012, a partir de matérias veiculadas por um jornal diário da mídia impressa de grande circulação, a saber A Gazeta. As referidas matérias constituíram uma hemeroteca que subsidiou a criação de um painel reprográfico. Os sujeitos da investigação foram os técnicos que compõem a equipe da Coordenação do Programa Estadual de Saúde da Mulher e da Criança, e a produção do material de estudo se deu a partir da análise de um grupo focal, com roteiro semiestruturado, tendo como partida a análise de uma cópia do painel contendo todas as máterias. Todo o material foi gravado e filmado. A Análise Institutucional foi a baliza norteadora de toda a elaboração e descrição do estudo. Conforme preconiza este quadro teórico proposto por Lourau, a etapa final do projeto constituiu-se em uma restituição concreta parte do procedimento científico, tratando-se da discussão das produções na pesquisa com os interessados, de modo a possibilitar a sua interferência direta neste processo. O estudo demonstrou que os sujeitos, a partir do dispositivo analisador natural, a morte de crianças menores de cinco anos, conseguiram fazer uma reflexão sobre o quanto é necessário buscar uma interlocução com os demais setores e perceber que a análise institucional, com sua potência de provocar a autoanálise e a autogestão, proporcionou-lhes uma possibilidade de repensar seus processos de trabalho na atenção à saúde da criança.
URI: http://repositorio.ufes.br/handle/10/5497
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