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Título: Comparação da mortalidade dos adventistas do sétimo dia com a população não adventista no período de 2003 a 2009 no Estado do Espírito Santo
Autor(es): VELTEN, A. P. C.
Orientador: OLIVEIRA, E. R. A.
Data do documento: 22-Mar-2013
Editor: Universidade Federal do Espírito Santo
Citação: VELTEN, A. P. C., Comparação da mortalidade dos adventistas do sétimo dia com a população não adventista no período de 2003 a 2009 no Estado do Espírito Santo
Resumo: Esta pesquisa objetivou comparar o perfil de mortalidade dos Adventistas do Sétimo dia com o da população geral no período de 2003 a 2009 no estado do Espírito Santo. Tratou-se de um estudo descritivo que estudou todos os óbitos ocorridos no estado durante o período abordado, separando-se os mesmos em dois grupos: Adventista e população geral. A separação foi realizada através da busca dos nomes dos Adventistas falecidos, fornecidos pela administração da igreja, no banco estadual do Sistema de Informações sobre Mortalidade. Os grupos de óbitos foram descritos e distribuídos por capítulo da décima Classificação Internacional de Doenças. Foram também verificadas as médias de anos vividos dos grupos e as Razões de Mortalidade Padronizadas e intervalos de confiança de 95%. Os resultados apontam que os Adventistas morrem em maior proporção em faixas etárias mais avançadas em relação à população geral. As principais causas de morte para os Adventistas foram as doenças do aparelho circulatório (34,45%), neoplasias (20,06%) e causas externas (9,87%). Para à população geral as doenças do aparelho circulatório também foram a principal causa de morte (31,70%), seguidas das causas externas (18,57%) e neoplasias (15%). Os Adventistas apresentaram 4,57 anos a mais na média de anos vividos em relação à população geral. As Razões de Mortalidade Padronizadas dos Adventistas foram 55,87 (40,99 - 74,38) para as doenças do aparelho circulatório, 48,59 (24,3 86,84) para as doenças do aparelho respiratório, 15,48 (7,31 28,76) para as doenças do aparelho digestivo, e 41,3 (20,91 73,18) para as causas externas. Concluiu-se que embora não se conheça a medida da adoção das recomendações de saúde pelos Adventistas que obitaram há evidências de que as recomendações tenham influenciado beneficamente o perfil de mortalidade dos mesmos em relação à população geral.
URI: http://repositorio.ufes.br/handle/10/5500
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