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Título: ANÁLISE DAS PRÁTICAS DE CUIDADO INTEGRAL DIRIGIDAS ÀS PESSOAS COM SOFRIMENTO MENTAL: TRILHANDO UM NOVO CAMINHAR
Autor(es): SILVA, G.
Orientador: ARAUJO, M. D.
Palavras-chave: cuidado integral em saúde
práticas de cuidado
sofrimento m
Data do documento: 26-Abr-2013
Editor: Universidade Federal do Espírito Santo
Citação: SILVA, G., ANÁLISE DAS PRÁTICAS DE CUIDADO INTEGRAL DIRIGIDAS ÀS PESSOAS COM SOFRIMENTO MENTAL: TRILHANDO UM NOVO CAMINHAR
Resumo: As Unidades de Saúde da Família (USF) constituem um espaço privilegiado para o cuidado integral em saúde, entendido como produto das relações entre pessoas, uma ação com efeitos e repercussões de interações positivas entre usuários, profissionais e instituições, que são traduzidas em atitudes como tratamento digno e respeitoso, acolhimento e vínculo. O cuidado em saúde não é apenas um nível de atenção do sistema de saúde ou um procedimento técnico, mas uma ação integral que tem significados e sentidos voltados para compreensão da saúde como direito de ser. Com esse entendimento, realizamos esta pesquisa com o objetivo de analisar as práticas de cuidado integral em saúde, efetivadas nas USF da Região de Maruípe, no município de Vitória ES. Demos ênfase às ações voltadas às pessoas com sofrimento mental. Utilizamos aqui o termo sofrimento mental para abarcar o conjunto de males que acometem as pessoas, incluindo as angústias, os lutos, os efeitos da violência cotidiana, as ansiedades e o sofrimento social, além da esquizofrenia e a depressão. Esta pesquisa possui cunho exploratório, descritivo e é de abordagem qualitativa. A coleta de dados foi realizada em três etapas. Foram realizadas seis sessões de grupo focal com objetivo de investigar a presença ou não de práticas de cuidado integral em saúde, voltadas às pessoas com sofrimento mental. Duas ações sistemáticas foram localizadas e observadas durante dois meses. Concomitante à observação, realizaram-se as entrevistas semiestruturadas com os profissionais responsáveis por essas práticas e, a partir da análise dos dados, ressaltamos os limites para o seu desenvolvimento. Um desses é a desvalorização dessas práticas por parte dos profissionais. Enfatizamos a importância da rede de atenção à saúde mental para a construção do cuidado integral, através dos dispositivos do acolhimento, da escuta e da responsabilização.
URI: http://repositorio.ufes.br/handle/10/5509
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