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dc.contributor.advisorMORELATO, R. L.
dc.date.accessioned2016-08-30T10:50:21Z-
dc.date.available2016-07-11
dc.date.available2016-08-30T10:50:21Z-
dc.identifier.citationCARMO, J. F., Capacidade Funcional e Fatores Associados em Idosos Após o Acidente Vascular Cerebral Cadastrados pela Estratégia de Saúde da família no Município de Vitória-ESpor
dc.identifier.urihttp://repositorio.ufes.br/handle/10/5556-
dc.format.mediumtexten
dc.publisherUniversidade Federal do Espírito Santopor
dc.titleCapacidade Funcional e Fatores Associados em Idosos Após o Acidente Vascular Cerebral Cadastrados pela Estratégia de Saúde da família no Município de Vitória-ESpor
dc.typemasterThesisen
dcterms.abstractO envelhecimento populacional é um fenômeno mundial, considerado um dos maiores desafios da saúde pública contemporânea. O Acidente Vascular Cerebral apresenta grande impacto na população idosa, já que sua prevalência aumenta com o avançar da idade. O objetivo deste trabalho foi avaliar a capacidade funcional e os fatores associados à incapacidade nos idosos após o Acidente Vascular Cerebral, cadastrados pela Estratégia de Saúde da Família do município de Vitória - ES. Estudo transversal, descritivo, incluindo 230 indivíduos selecionados por amostragem proporcional em 22 territórios de saúde. Para avaliação das variáveis independentes foi estruturado um questionário com questões sociodemográficas, condições de saúde, acesso a reabilitação, suporte social, comportamento e percepção do ambiente físico. Para mensurar a incapacidade foi utilizada a Escala de Rankin modificada e para o nível de dependência nas atividades básicas e instrumentais de vida diária foi utilizado respectivamente o Index de Barthel e a Escala de Lawton. Foram utilizadas estatísticas descritivas, teste de associação pelo qui-quadrado e regressão múltipla de Poisson. A população era, em sua maioria, do sexo masculino, com baixa escolaridade, apresentando média de idade de 75 anos. Foram classificados com incapacidade moderada a grave 66% dos entrevistados e 38% apresentavam dependência severa para realizar as atividades de vida diária. A incapacidade foi associada positivamente a ter 80 anos ou mais de idade (RP=1,42, p<0,001), ser analfabeto (RP= 2,3, p = 0,01), autoperceber limitações em mais de 3 funções do corpo (RP=2,21, p<0,001) e perceber barreiras físicas ao sair de casa (RP=1,55, p<0,001). Enquanto sair de casa diariamente (RP=0,24, p<0,001), visitar parentes e amigos (RP= 0,39, p<0,001) e praticar atividade física (RP=0,26, p<0,001) foram inversamente associadas ao desfecho. O estudo mostrou que a prevalência da incapacidade em idosos após o AVC é alta, sinalizando a necessidade de desenvolvimento de ações de prevenção, bem como de suporte a essa população.por
dcterms.creatorCARMO, J. F.
dcterms.issued2014-10-20
dc.publisher.countryBRpor
dc.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Saúde Coletivapor
dc.publisher.initialsUFESpor
dc.publisher.courseMestrado em Saúde Coletivapor
dc.contributor.advisor-coOLIVEIRA, E. R. A.
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