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dc.contributor.advisorARAUJO, M. D.
dc.date.accessioned2016-08-30T10:50:21Z-
dc.date.available2016-07-11
dc.date.available2016-08-30T10:50:21Z-
dc.identifier.citationWANDEKOKEN, K. D., Efeitos subjetivos do processo de trabalho vivenciados por profissionais de um centro de atenção psicossocial álcool e drogaspor
dc.identifier.urihttp://repositorio.ufes.br/handle/10/5557-
dc.format.mediumtexten
dc.publisherUniversidade Federal do Espírito Santopor
dc.titleEfeitos subjetivos do processo de trabalho vivenciados por profissionais de um centro de atenção psicossocial álcool e drogaspor
dc.typedoctoralThesisen
dcterms.abstractEsta tese apresenta os resultados da pesquisa que teve como objetivo analisar como os trabalhadores vivenciam os efeitos subjetivos produzidos pelo processo de trabalho de um Centro de Atenção Psicossocial Álcool e Drogas (C APSad). A pesquisa foi realizada sob uma abordagem qualitativa, em um CAPSad do município de Vila Velha, Espírito Santo. A coleta de dados se deu por meio de cinco etapas: 1. Análise documental das políticas vigentes sobre uso de drogas; 2. Análise de prontuários; 3. Entrevista coletiva com dez trabalhadores; 4. Oitenta horas de observação do cotidiano de trabalho; 5. Entrevista em profundidade com treze trabalhadores. Para análise de dados foi utilizada a técnica da Análise Temática. Constatamos que no plano das políticas sobre o assunto,há prevalência de ideias relacionadas à repressão dos usuários, apesar da tentativa do Ministério da Saúde (MS) em abordar a redução de danos como uma estratégia que valoriza o sujeito e sua singularidade. A análise ainda apontou as dificuldades que os profissionais enfrentam neste município para atuar segundo as diretrizes do MS, uma vez que as ações municipais dão ênfase à repressão, à religiosidade e ao amedrontamento como estratégia de prevenção, com apoio da justiça e da polícia. Enfatizamos que tais ambiguidades repercutem no trabalho e para o trabalhador. Apontamos ainda outros aspectos que geram efeitos para os trabalhadores: condições de trabalho precárias (devido à estrutura do serviço, baixos salários e rede de atenção inexistente), falta de reconhecimento (devido à omissão da gerência e à ausência de normas) e sobrecarga (devido à falta de profissionais e aos conflitos nas divisões de tarefas). Essas situações levam a efeitos subjetivos como: desgaste, adoecimento, medo, incapacidade de agir, apatia, desvalorização, desmotivação e no aprisionamento do trabalhador. Notamos que estes efeitos são todos negativos e que os profissionais os vivenciam por meio do distanciamento afetivo no processo de trabalho, o que repercute negativamente na possibilidade de produção de um cuidado efetivo. Sugerimos que haja investimentos na formação de todos os trabalhadores que atuam nesse local, com foco na educação permanente, uma vez que por meio desta há o incentivo da aprendizagem e o enfrentamento criativo dos efeitos vivenciados no cotidiano.É preciso que haja diálogo, seja entre os trabalhadores e a gestão, entre os próprios trabalhadores e entre trabalhadores e usuários.por
dcterms.creatorWANDEKOKEN, K. D.
dcterms.issued2015-04-06
dcterms.subjectTrabalhopor
dcterms.subjectAtenção à Saúdepor
dcterms.subjectCentros de Atenção Psicossocialpor
dcterms.subjectpor
dc.publisher.countryBRpor
dc.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Saúde Coletivapor
dc.publisher.initialsUFESpor
dc.publisher.courseDoutorado em Saúde Coletivapor
dc.contributor.refereeFIGUEIREDO, T. A. M.
dc.contributor.refereeSODRE, F.
dc.contributor.refereeBORGES, L. H.
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