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Título: Balão mágico : movimento estudantil e a formação em comunicação social na UFES
Autor(es): Brito, Hervacy
Orientador: Barros, Maria Elizabeth Barros de
Palavras-chave: Movimento estudantil
Resistência
Aprendizagem inventiva
Student movement
Irony
Resistance
Desire
Inventive learning
Data do documento: 26-Jul-2013
Editor: Universidade Federal do Espírito Santo
Citação: BRITO, Hervacy. Balão mágico: movimento estudantil e a formação em comunicação social na UFES. 2013. 216 f. Dissertação (Mestrado em Educação), Programa de Pós-Graduação em Educação, Universidade Federal do Espírito Santo, Vitória, 2013.
Resumo: The objective of this study is to analyze the formation provided by the participation in the student movement Balão Mágico UFES. Through interviews, document reviews and based the concept of learning as a continuous process of invention of problems, you can point the Balão Mágico was a space for resistance homogenizing modeling imposed by Integrated World Capitalism. Through graffiti, video productions, dance, theater, performances and other interventions in the university and in the city of Vitória - ES, the group uses irony as a weapon of subversion to state another way of existence that forked serialization capitalistic. The learning process, which is also the production process of subjectivity, is made up then in reinventing themselves and the world for the subjects who participated in the movement
O objetivo deste trabalho é analisar a formação propiciada pela participação no movimento estudantil Balão Mágico da UFES. Por meio de entrevistas, análises de documentos e partindo do conceito de aprendizagem como processo contínuo de invenção de problemas, é possível apontar que o Balão Mágico foi um espaço para o exercício de resistência à modelização homogeneizante imposta pelo Capitalismo Mundial Integrado. Através das pichações, produções de vídeo, dança, teatro, performances e outras intervenções nas instituições da universidade e na cidade de Vitória, o grupo usa ironia como arma de subversão para afirmar outro modo de existência que bifurcava da serialização capitalística. O processo de aprendizagem, que também é processo de produção de subjetividade, constitui-se então em reinvenção de si e de mundo para os sujeitos que participaram do movimento
URI: http://repositorio.ufes.br/handle/10/6052
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