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Título: Enlaces e desenlaces : família escrava e reprodução endógena no Espírito Santo (1790-1871)
Autor(es): Ribeiro, Geisa Lourenço
Orientador: Campos, Adriana Pereira
Palavras-chave: Escravidão
Famílias escravas
Espírito santo
Brasil império
Slavery
Slave families
Espírito santo (state)
Brazil empire.
Data do documento: 10-Ago-2012
Editor: Universidade Federal do Espírito Santo
Citação: RIBEIRO, Geisa Lourenço. Enlaces e desenlaces : família escrava e reprodução endógena no Espírito Santo (1790-1871). 2012. 201 f. Dissertação (Mestrado em História Social das Relações Políticas) - Universidade Federal do Espírito Santo, Vitória, 2012.
Resumo: The existence of slave families, for a long time hidden by the Brazilian historiography, is no longer questioned by researchers who currently focus on investigating its social, political and economical meanings. The spatial and chronological extent in which slavery developed in Brazil justifies the sustained interest in the subject, on which this paper refers to. The state of Espírito Santo, by its close relation with slavery and by sheltering in its territory food producing areas both in small farms and also in large farms devoted to agricultural exports, constituted a privileged locus for the analysis. From post-mortem inventories, ecclesiastical marriage records, reports made by the province presidents and also census, produced between the final decades of the colonial period and the Rio Branco Law, responsible for freeing the newborn children of slaves, in 1871, the analysis of the importance of endogenous reproduction has been sought, in other words, from the slave family to the reproduction of the slavocratic society. The main objective was pursued bearing in mind the initiative of individuals kept under bondages and set of interests that involved the familiar couplings and dissolutions
A existência de famílias escravas, durante muito tempo oculta pela historiografia brasileira, já não é questionada pelos estudiosos que, atualmente, se concentram em investigar seus significados sociais, políticos e econômicos. A amplitude territorial e cronológica na qual se desenvolveu a escravidão no Brasil justifica o interesse contínuo no assunto, sobre o qual versa este trabalho. O Espírito Santo, por sua íntima relação com a escravidão e por abrigar em seu território tanto áreas produtoras de alimentos em pequenas propriedades quanto grandes fazendas agroexportadoras, constituiu locus privilegiado para a análise. A partir de inventários post-mortem, registros eclesiásticos de casamento, relatórios de presidentes da Província e censos, produzidos entre os decênios finais do período colonial e a Lei Rio Branco, responsável por libertar o ventre cativo, em 1871, procurou-se analisar a importância da reprodução endógena, isto é, da família escrava para a reprodução da sociedade escravista. O objetivo principal foi perseguido sem perder de vista a iniciativa das pessoas submetidas ao cativeiro e o jogo de interesses que envolviam os enlaces e desenlaces familiares
URI: http://repositorio.ufes.br/handle/10/6332
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