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Título: Espaços que insistem, vidas que resistem: a longa permanência em questão
Autor(es): Louzada, Williana Nunes de Moraes
Orientador: Gomes, Rafael da Silveira
Coorientador: Neves, Claudia Elizabeth Abbês Baeta
Palavras-chave: Saúde Mental
Desisntitucionalização
Longa Permanência
Reforma Psiquiátrica
Clínica
Mental health
Deinstitutionalization
Long-stay
Psychiatric Reform
Clinic
Data do documento: 25-Abr-2012
Editor: Universidade Federal do Espírito Santo
Citação: LOUZADA, Williana Nunes de Moraes. Espaços que insistem, vidas que resistem: a longa permanência em questão. 2012. 80 f. Dissertação (Mestrado em Psicologia Institucional) - Universidade Federal do Espírito Santo, Vitória, 2012.
Resumo: Between wires, stones and needles, this paper is done sewing, weaving, plotting stories, concepts and lives. From the interpolations of the field, a research is open through the Psychiatric Reform underway in the city of Niterói. An encounter with the clinic that dares to propose axes to think the specificities of care in the long-stays of psychiatric hospitals and the effects of institutionalization today. Immersed in a in hospital living space, called the Long, in the Jurujuba Psychiatric Hospital - Niterói, RJ, we used the principle of losing time to gain life. Constructions of heterotopies as an Outside that goes tacking on deinstitutionalization. We bring the story of Emeralds, Pearls and Daisies as the force that has been able to build itself, but with the marking of an inside that still insists
Entre fios, pedras e agulhas, esse trabalho se faz costurando, tecendo, tramando histórias, conceitos e vidas. A partir das interpelações do campo/plano, uma pesquisa se abre por entre a Reforma Psiquiátrica em curso no município de Niterói. Um encontro com a clínica que ousa propor eixos para pensar as especificidades do cuidado na longa permanência psiquiátrica e os efeitos da institucionalização ainda hoje. Imersos em um espaço de moradia intra-hospitalar, chamado Longa, no Hospital Psiquiátrico de Jurujuba - Niterói, RJ, nos utilizando do princípio de perder tempo para ganhar Vida. Construções de heterotopias como um Fora que vai se alinhavando na desinstitucionalização. Trazemos a história de Esmeraldas, Pérolas e Margaridas como a força desse Fora que tem podido se construir, mas com a marcação de um dentro que ainda insiste
URI: http://repositorio.ufes.br/handle/10/6712
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