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Campo DCValorIdioma
dc.contributor.advisorTristão, M.
dc.date.accessioned2018-03-22T15:02:22Z-
dc.date.available2018-02-21
dc.date.available2018-03-22T15:02:22Z-
dc.identifier.citationVIEIRAS, R. R., EDUCAÇÃO AMBIENTAL E BIOPOTÊNCIA COMO PROCESSOS INTERCONSTITUINTES: POTENCIALIZANDO OUTROS MODOS DE EXISTÊNCIASpor
dc.identifier.urihttp://repositorio.ufes.br/handle/10/6852-
dc.publisherUniversidade Federal do Espírito Santopor
dc.titleEDUCAÇÃO AMBIENTAL E BIOPOTÊNCIA COMO PROCESSOS INTERCONSTITUINTES: POTENCIALIZANDO OUTROS MODOS DE EXISTÊNCIASpor
dc.typedoctoralThesisen
dc.contributor.memberHENNING, P. C.
dc.contributor.memberGUIMARAES, L. B.
dc.contributor.memberFERRACO, C. E.
dc.contributor.memberCARVALHO, J. M.
dcterms.abstractA pesquisa realizada em um campus do Instituto Federal do Espírito Santo, localizado no município de Colatina/ES, procurou acompanhar processos relacionados com as práticas em torno da Educação Ambiental produzida nos cotidianos dessa instituição, observando como esses processos se articulam em composições curriculares. Defende a Educação Ambiental como uma dimensão vital que enseja outras formas de existir e se relacionar, aproximando-a da noção de cuidado de si , teorizada por Michel Foucault, e da noção de biopotência pensada por Peter Pál Pelbart. Discute o processo de institucionalização da Educação Ambiental como também a proposta de Ambientalização Curricular ensejada/organizada nos últimos tempos. Problematiza a produção de subjetividades impetradas pelo capitalismo e as formas de resistências a partir do processo de produção de outras subjetividades. Realiza uma aposta metodológica na cartografia e em seus princípios rizomáticos por desenvolver múltiplas conexões entre diferentes elementos presentes nessa rede complexa e transversalizada em que se encontra a Educação Ambiental. Essa perspectiva metodológica implica um ethos procedimental que articula diferentes instrumentos de produção de dados, como imagens, entrevistas/conversas e observação empírica. O estudo é atravessado pela reflexão sobre o crime socioambiental na bacia do Rio Doce, suas implicações no cotidiano da escola/instituição pesquisada e as formas de resistências que foram engendradas. Articula o cuidado de si com a produção de subjetividades pensada por Félix Guattari e Gilles Deleuze e sua relação com uma proposta ético-política e filosófica da Educação Ambiental. Nas considerações, percebe diferentes movimentos nos cotidianos da instituição, muitos deles protagonizados por discentes, o que infere um descompasso com determinados discursos estereotipados tanto das escolas quanto dos jovens nelas presentes, e encontra uma Educação Ambiental produzida e mobilizada a partir de uma rede de afetos, mas que precisa ser potencializada e inserida em diferentes processos formativos.por
dcterms.creatorVIEIRAS, R. R.
dcterms.formatapplication/pdfpor
dcterms.issued2017-12-18
dcterms.subjectEducação Ambientalpor
dcterms.subjectBiopolíticapor
dcterms.subjectBiopotênciapor
dcterms.subjectCuidado de sipor
dcterms.subjectpor
dc.publisher.countryBRpor
dc.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Educaçãopor
dc.publisher.initialsUFESpor
dc.publisher.courseDoutorado em Educaçãopor
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