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dc.contributor.advisorDietze, R
dc.date.accessioned2018-03-22T15:54:02Z-
dc.date.available2018-02-21
dc.date.available2018-03-22T15:54:02Z-
dc.identifier.citationVIEIRA, F. T., OCORRÊNCIA de Ehrlichia Spp., Anaplasma Spp., Babesia Spp., Hepatozoon Spp. e Rickettsia Spp. em Cães Domiciliados em Seis Municípios do Estado do Espírito Santo, Brasilpor
dc.identifier.urihttp://repositorio.ufes.br/handle/10/6932-
dc.publisherUniversidade Federal do Espírito Santopor
dc.titleOCORRÊNCIA de Ehrlichia Spp., Anaplasma Spp., Babesia Spp., Hepatozoon Spp. e Rickettsia Spp. em Cães Domiciliados em Seis Municípios do Estado do Espírito Santo, Brasilpor
dc.typedoctoralThesisen
dc.contributor.memberMORAES FILHO, J.
dc.contributor.memberPALACI, M.
dc.contributor.memberSANTOS, K. V.
dc.contributor.memberBRAGA, F. R.
dcterms.abstractDoenças transmitidas por carrapatos representam importante causa de morbidade e mortalidade em cães (Canis lupus familiaris) em todo o mundo, tendo o Rhipicephalus sanguineus sensu lato (s.l.) como vetor de vários agentes. É muito importante conhecer a prevalência destas doenças, seus vetores e hospedeiros com o objetivo de controlar e prevenilas em determinada região. Doenças transmitidas por carrapatos apresentam importância tanto para a Medicina Veterinária quanto para a Saúde Pública. Este trabalho tem como objetivo identificar e quantificar o percentual de infecção para Rickettsia spp., Ehrlichia spp., Babesia spp. e Hepatozoon spp. em cães domiciliados e identificar os carrapatos coletados nestes animais nos municípios de Santa Teresa, Colatina, Alegre, Vila Velha, Vitória e Serra. Participaram deste estudo 378 cães, 226 fêmeas e 152 machos, de diversas raças e idades (média de 4,1 anos) com ectoparasitismo (carrapatos) ou histórico de parasitismo recente (até 30 dias). Dos 378 cães examinados, 157 (41,53%) apresentavam carrapatos no momento da consulta os quais foram identificados como R. sanguineus s.l. em 154 animais (98,1%), Amblyomma ovale em um animal (0,63%) e Amblyomma sculptum em 2 animais (1,27%). Todos os animais examinados tiveram sangue total coletados para a realização de exames moleculares: PCR Real Time para Ehrlichia canis, PCR para Babesia spp., PCR para Hepatozoon spp. e PCR para Anaplasmataceae. No PCR Real Time específica para E. canis, 28 animais (7,4%) foram positivos. Para Anaplasmataceae, 34 animais (9%) foram positivos, dos quais 10 geraram sequências de DNA com 100% de similaridade com Ehrlichia canis e as outras 24 amostras geraram um fragmento com 100% de similaridade com Anaplasma platys. No PCR para Babesia spp., 5 animais (1,3%) foram positivos, gerando sequências de DNA 100% idênticas com Babesia vogeli. Por fim, 39 animais (10,31%) foram positivos na PCR para Hepatozoon spp., gerando sequências 100% idênticas a Hepatozoon canis. Observou-se co-infecção com 2 ou 3 agentes em 22 animais (5,8%). Dos 378 cães do estudo, 312 tiveram amostras de soro sanguíneo coletados para a realização de exames sorológicos: reação de imunofluorescência indireta (RIFI) para E. canis, com reação positiva em 71 animais (22,75%) e para cinco espécies de Rickettsia (R. rickettsii, R. parkeri, R. amblyommatis, R. rhipicephali e R. bellii). Dos soros analisados por RIFI,16 animais (5,13%) apresentaram títulos ≥ 64 para pelo menos uma espécie de Rickettsia das cinco testadas, sendo que 5 (1,6%) destes apresentaram títulos ≥ 64 para R. rickettsii. Estes resultados indicam que alguns dos municípios estudados apresentam agentes transmitidos por carrapatos circulando na população canina, tais como E. canis, A. platys, B. vogeli, H. canis, e possivelmente Rickettsia sp. do grupo da febre maculosa.por
dcterms.creatorVIEIRA, F. T.
dcterms.formatapplication/pdfpor
dcterms.issued2017-07-20
dc.publisher.countryBRpor
dc.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Doenças Infecciosaspor
dc.publisher.initialsUFESpor
dc.publisher.courseDoutorado em Doenças Infecciosaspor
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