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Título: ATIVIDADE Antimicrobiana e Antibiofilme da Epigalocatequina Galato em Staphylococcus Aureus
Autor(es): KNIDEL, C.
Orientador: SCHUENCK, R. P.
Palavras-chave: Epigalocatequina galato
Staphylococcus aureus
Antibacteria
Data do documento: 6-Mar-2018
Editor: Universidade Federal do Espírito Santo
Citação: KNIDEL, C., ATIVIDADE Antimicrobiana e Antibiofilme da Epigalocatequina Galato em Staphylococcus Aureus
Resumo: As infecções bacterianas estão entre os principais problemas para a saúde pública e o surgimento de bactérias resistentes aos antimicrobianos se torna cada vez mais comum. Staphylococcus aureus é um patógeno oportunista, que pode causar uma variedade de infecções, tanto hospitalares como comunitárias. A epigalocatequina galato (EGCG), flavonoide presente nas folhas da planta Camelia sinensis, vem sendo estudada por apresentar diferentes atividades biológicas, incluindo potencial atividade antimicrobiana. O objetivo do presente trabalho foi avaliar o potencial antimicrobiano, in vitro e in vivo, e antibiofilme da EGCG em isolados clínicos de S. aureus com diferente background genético. Foram utilizadas nove amostras isoladas de diferentes infecções, com distinta susceptibilidade aos antimicrobianos. A atividade antimicrobiana foi realizada por teste de microdiluição em caldo para a determinação da concentração mínima inibitória (CMI) e pelo ensaio de curva tempo-morte. Os resultados das CMIs variaram de 7,81 a 62,5 μg/mL e uma atividade bactericida foi observada com o tratamento de 4x a CMI. A atividade antibiofilme foi avaliada após a incubação dos isolados na presença e ausência da EGCG. Concentrações sub-inibitórias foram capazes de inibir de forma significativa a produção de biofilme de S. aureus. Com o tratamento, a maior redução na produção de biofilme foi de 100% e as menores entre 50 a 60%. Ensaios de citotoxicidade mostraram que concentrações ≤ 62,5 μg/mL da EGCG não foram citotóxicas para macrófagos murinos. Em relação ao teste in vivo utilizando larvas de G. mellonella, a EGCG reduziu a mortalidade das larvas infectadas por este patógeno de forma significativa (P=0,0005) frente a apenas um isolado. De forma geral, a EGCG mostrou eficácia em inibir o crescimento de diferentes isolados clínicos de S. aureus e apresentou relevante propriedade antibiofilme. O tratamento in vivo com larvas de G. mellonella mostrou efeito variável. Portanto, a EGCG é uma substância promissora para o tratamento de infecções causadas por S. aureus.
URI: http://repositorio.ufes.br/handle/10/7114
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