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Título: Avaliação d parâmetros isocinéticos da articulação do ombrode atletas de basquete em cadeiras de rodas
Autor(es): OLIVEIRA, H. R. P.
Orientador: VANCINI, R. L.
Data do documento: 6-Out-2017
Editor: Universidade Federal do Espírito Santo
Citação: OLIVEIRA, H. R. P., Avaliação d parâmetros isocinéticos da articulação do ombrode atletas de basquete em cadeiras de rodas
Resumo: INTRODUÇÃO: O basquetebol em cadeira de rodas (BCR) é um dos esportes paralímpicos mais populares na atualidade. Dentre os benefícios de sua prática podemos citar a melhora da função e capacidade física, dos níveis de força muscular e da qualidade de vida de forma geral. OBJETIVO: Avaliar parâmetros isocinéticos (PI) da articulação do ombro de atletas de BCR e correlacionar com os níveis de classificação funcional (CF). MÉTODOS: Trata-se de um estudo transversal, numa amostra por conveniência composta de 22 atletas de BCR (12 homens e 10 mulheres) com diferentes tipos de lesão e afecções. Para as avaliações isocinéticas utilizamos um dinamômetro eletromecânico. A articulação avaliada foi a do ombro nos lados dominante (D) e não dominante (ND) nas velocidades angulares de 60 e 240°/s-1 em rotação interna e externa. A classificação funcional dos atletas foi determinada de acordo com parâmetros (testes funcionais, avaliações médicas e avaliações em situações de jogo) utilizados internacionalmente pelo comitê paralímpico internacional (IPC) e international wheelchair basketball federation (IWBF). RESULTADOS: Nossos principais achados foram que nenhumas das variáveis relativas, uma forte associação à 60°/s-1 e à 240°/s-1 . No entanto, na velocidade de 240°/s-1 foi possível observar uma tendência positiva moderada na variável relativa TPTQ-D-RE (r = 0,5) e na variável relativa IF-D-RI (r = - 0,5) uma associação negativa moderada. CONCLUSÃO: A CF dos atletas de BCR não se correlacionou de forma expressiva com PI da articulação do ombro. No entanto, tendo em vista a ampla variabilidade de fatores (tipo de lesão, etiologia,nível da lesão, tempo de lesão, gênero e etc...), a interpretação dos nossos achados precisa ser feita com cautela. Estudos futuros, realizados em amostras mais homogêneas talvez possam produzir resultados mais satisfatórios.
URI: http://repositorio.ufes.br/handle/10/7180
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