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Título: Relações Intersetoriais no SOE enquanto Política Pública que atua com práticas corporais para a população idosa
Autor(es): CAMARGO, L. P.
Orientador: BORGES, C. N. F.
Data do documento: 30-Mar-2017
Editor: Universidade Federal do Espírito Santo
Citação: CAMARGO, L. P., Relações Intersetoriais no SOE enquanto Política Pública que atua com práticas corporais para a população idosa
Resumo: Há um fenômeno mundial de aumento da expectativa de vida e queda da taxa de fecundidade, promovendo o envelhecimento da população e consequentemente, a necessidade de Políticas Públicas se adaptarem aos serviços para maior alcance e qualidade para esta população. A Política Nacional de Promoção da Saúde aponta a intersetorialidade como elemento institucional e como uma forma de gestão que potencializa os serviços de saúde, além da literatura apontar a participação social (um dos elementos da intersetorialidade) como fator de proteção e promoção de vida ativa para os idosos. A metodologia de pesquisa usou técnicas qualitativas propostas por Richardson (1999): análise documental, entrevista guiada e questionários semi-estruturados. Como técnica de análise, utilizou-se a análise de conteúdo de Bardin (2009). Como resultados, tem-se que o SOE que é um dos braços do SUS em estratégia de promoção da saúde, também deveria estar trabalhando na lógica do PNPS, incorporando a intersetorialidade em suas ações. Porém, a pesquisa apontou para relações intersetoriais incipientes, apesar de ser um programa que tenta se alinhar as tendências atuais de promoção de saúde. Dentro dos modelos de análise política de Dye (2005) tem-se o início do SOE classificado como o modelo de elite e atualmente agindo como o modelo incremental, que são variações sobre o passado, aplicando pequenas melhorias em políticas já consolidadas, para evitar atritos políticos e gastos em novas ou grandes reformulações. Conclui-se que o SOE, apesar de ser uma Política Pública de vanguarda e de referência nacional, ainda possui relações intersetoriais incipientes, classificadas como articulações governamentais horizontais, que é uma intersetorialidade embrionária, abrindo caminho para a construção de uma Política Pública com mais alcance e qualidade. A gestão apontou a importância da intersetorialidade, mas constatou que uma limitação pode ser a falha na formação dos profissionais. A população, apesar do alto perfil econômico e do bom nível de educação, apresentou falta de conhecimento sobre o tema intersetorialidade.
URI: http://repositorio.ufes.br/handle/10/7181
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