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Título: COMPORTAMENTOS ATIVO E SEDENTÁRIO DE ESCOLARES RESIDENTES DE REGIÕES URBANA E RURAL DO ESPÍRITO SANTO
Autor(es): ANDRADE NETO, F.
Orientador: MOLINA, M. C. B.
Data do documento: 22-Mar-2013
Editor: Universidade Federal do Espírito Santo
Citação: ANDRADE NETO, F., COMPORTAMENTOS ATIVO E SEDENTÁRIO DE ESCOLARES RESIDENTES DE REGIÕES URBANA E RURAL DO ESPÍRITO SANTO
Resumo: Atualmente há o reconhecimento de que as influências sociais sobre a saúde operam sob diversos processos e que um deles pode ser o contexto em que a pessoa vive. O aumento das políticas de promoção de saúde gera o interesse em implementar intervenções nos níveis individual e coletivo, mas antes disso, torna-se necessário compreender os aspectos que afetam comportamentos relacionados ao sedentarismo e ao nível de atividades físicas em populações distintas. O objetivo deste estudo foi identificar e analisar os comportamentos ativo e sedentário de escolares de regiões urbana e rural do Espírito Santo a partir de duas bases de dados provenientes dos projetos SAÚDES Santa Maria de Jetibá e SAÚDES Vitória, ambas voltadas para a investigação de aspectos relacionados à nutrição e saúde de escolares de 7 a 10 anos. A amostra foi constituída por 1.242 crianças de Vitória e 528 de Santa Maria de Jetibá, perfazendo 1.770 escolares de ambos os sexos. As informações sobre atividade física e comportamentos sedentários foram obtidas a partir de questionário validado. O plano analítico utilizou-se de testes estatísticos, por meio do software SPSS versão 17.0. A maioria das crianças era do sexo feminino (55,1%), eutróficas (79%), não brancas (52%), de classe socioeconômica C (41%). Foram encontradas diferenças significativas do tempo gasto com atividades físicas e sedentárias entre os grupos estudados. Escolares urbanos atendem menos aos limites de 2 horas e 4 horas de tempo de tela diariamente. Crianças urbanas, em sua maioria, também foram consideradas Ativo Insuficiente e têm menor tempo médio diário de atividades físicas. Conclui-se que escolares rurais são mais ativos e gastam menos tempo com dispositivos de tela. Tais achados podem subsidiar o delineamento de diferentes estratégias para o alcance dos objetivos de programas de estímulos às atividades físicas e redução de tempo sedentário nos contextos urbano e rural.
URI: http://repositorio.ufes.br/handle/10/7236
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