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dc.contributor.advisorMOLINA, M. C. B.
dc.date.accessioned2018-08-01T21:36:28Z-
dc.date.available2018-08-01
dc.date.available2018-08-01T21:36:28Z-
dc.identifier.citationVENTURIM, L. M. V. P., Atividade física e comportamento sedentário em crianças de duas regiões de Vitória, entre 2007 e 2011: uma análise comparativapor
dc.identifier.urihttp://repositorio.ufes.br/handle/10/7255-
dc.publisherUniversidade Federal do Espírito Santopor
dc.titleAtividade física e comportamento sedentário em crianças de duas regiões de Vitória, entre 2007 e 2011: uma análise comparativapor
dc.typemasterThesisen
dc.contributor.memberCADE, N. V.
dc.contributor.memberFARIAS JUNIOR, J. C.
dcterms.abstractA prática da atividade física (AF) tem ocupado espaço de destaque, tendo em vista sua relação direta com a promoção da saúde e a prevenção de doenças. Alguns comportamentos relacionados a essa prática são facilmente incorporados na infância e tendem a permanecer na vida adulta, trazendo importantes benefícios para a saúde em geral. Por sua vez, o comportamento sedentário (CS) tem crescido, especialmente entre crianças. Este trabalho tem por objetivo analisar a tendência temporal da prática de atividade física e do comportamento sedentário em crianças de 7 a 10 anos matriculadas em escolas públicas de duas regiões de Vitória/ES. Foi analisado banco de dados construído a partir de duas pesquisas realizadas no município, em 2007 e 2011. Informações sobre AF e CS foram obtidas com auxílio de questionário validado para a população infantil e identificadas variáveis para este estudo. A variável Tempo Total de Tela (TTT) foi estabelecida com base no tempo dispendido em televisão, videogame e computador e identificadas as crianças com TTT >2h/dia. Deslocamento ativo, AF supervisionada e tempo de brincadeiras foram mensurados e as crianças foram classificadas como fisicamente ativa quando AF &#8805;300min/semana. Variáveis quantitativas foram apresentadas como média+desvios-padrão e analisadas em relação ao sexo, idade, classe socioeconômica, estudo e região. A tendência no tempo foi analisada utilizando teste qui-quadrado e nível de significância p<0,05. A maioria das crianças foi classificada como FA nos dois estudos, 72% e 62%, respectivamente, porém houve uma redução significativa da AF semanal (p<0,001), bem como do deslocamento ativo para a escola (p<0,001). Escolares do sexo feminino e os domiciliados na região de melhor nível socioeconômico apresentaram menor tempo de AF em ambos estudos. O uso diário de dispositivos de tela aumentou de um estudo para o outro (p<0,05). Meninos apresentaram maior TTT nos dois estudos em relação às meninas. Conclui-se que houve incremento do CS, especialmente em relação ao uso do computador. É possível que esse cenário tenha relação com melhoria da condição socioeconômica das famílias nas duas regiões estudadas, mas o fato de participar de AF supervisionada contribuiu para aumentar o percentual de crianças fisicamente ativa nos dois momentos.por
dcterms.creatorVENTURIM, L. M. V. P.
dcterms.formatapplication/pdfpor
dcterms.issued2014-02-20
dc.publisher.countryBRpor
dc.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Educação Físicapor
dc.publisher.initialsUFESpor
dc.publisher.courseMestrado em Educação Físicapor
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