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Título: EFEITOS DOS DESVIOS DA GRÃ NAS VARIÁVEIS DENDROMÉTRICAS E PROPRIEDADES FÍSICO-MECÂNICAS EM MADEIRA DE EUCALIPTO
Autor(es): COELHO, J. C. F.
Orientador: VIDAURRE, G. B.
Palavras-chave: 1
Eucalipto
2
Madeira
3
Qualidade
4
Máximo desvio ang
Data do documento: 27-Out-2016
Editor: Universidade Federal do Espírito Santo
Citação: COELHO, J. C. F., EFEITOS DOS DESVIOS DA GRÃ NAS VARIÁVEIS DENDROMÉTRICAS E PROPRIEDADES FÍSICO-MECÂNICAS EM MADEIRA DE EUCALIPTO
Resumo: O objetivo desse trabalho foi analisar o efeito das condições de crescimento de árvores de eucalipto na grã, determinar a sua variabilidade no fuste e sua relação com as variáveis dendrométricas e as propriedades físico-mecânicas da madeira. Utilizaram-se duas populações de materiais genéticos distintos: i) 16 clones de Eucalyptus grandis x E. urophylla, com sete anos de idade, provenientes de teste clonal estabelecidos em Montezuma, Minas Gerais e Nova Almeida, Espírito Santo e ii) sete clones de E. grandis x E. urophylla, com 13 anos de idade, proveniente de plantios comerciais estabelecidos em Alcobaça, Bahia. Os efeitos das condições de crescimento e variáveis dendrométricas das árvores nos desvios da grã da madeira foram avaliados nos clones da primeira população, tendo previamente mensurados o diâmetro altura do peito (DAP), a altura comercial, o volume com casca e o fator de forma. A variação da grã no sentido medula-casca e base-topo foram determinadas nos materiais clonais da segunda população. Para ambas populações foi determinado o máximo desvio angular (MAD) pelo método de divisão radial, com posterior análise de imagens; a velocidade de propagação de ondas e o módulo de elasticidade dinâmico, obtidos por técnica não destrutiva de ultrassom, stress wave e vibração transversal; a resistência à compressão e cisalhamento paralelo as fibras, o módulo de ruptura e módulo de elasticidade por flexão estática, a densidade básica, o fator anisotrópico e a contração volumétrica do lenho. Observou-se que não houve diferença significativa dos valores de MAD entre as duas condições de crescimento, porém, com tendência de maiores desvios da grã na madeira de clones que cresceram em Nova Almeida. Para alguns clones na idade de 7 anos, houve correlações significativas positivas entre o MAD e as propriedades físicas e mecânicas. A velocidade de propagação das ondas ultrassônicas correlacionaram-se de forma negativa com os desvios da grã, para 12,5% dos clones da idade de 7 anos. Observou-se um decréscimo de 8,99% dos desvios da grã da base para o topo e acréscimo de 31,28% no sentido medula casca das árvores, e correlações significativas, com a velocidade de propagação de ondas de tensão e contração volumétrica da madeira, para os materiais genéticos da idade de 13 anos. Para a DB, CV, resistência à compressão paralela às fibras, MOR e MOE na flexão estática, MOEd por stress waver, ultrassom e vibração transversal, e velocidade de propagação de ondas ultrassônicas da madeira dos clones aos 13 anos, não houve correlações com os desvios da grã. Palavras-chave: Máximo desvio angular, Métodos não destrutivos, Ambientes contrastantes, Qualidade da madeira. trabalho foi analisar o efeito de dois locais de crescimento de clones de eucalipto na grã da madeira, bem como determinar a sua variação no sentido medula-casca e base-topo da árvore, e a sua relação com as variáveis dendrométricas, propriedades físico-mecânicas e velocidade de propagação de ondas acústicas e de tensão. Utilizaram-se duas populações de materiais genéticos distintos: i) 17 clones de Eucalyptus grandis x Eucalyptus urophylla, com sete anos de idade, provenientes de teste clonal estabelecidos em Montezuma, MG e Nova Almeida, ES, e ii) sete clones de E. grandis x E. urophylla, com 13 anos de idade, proveniente de plantios comerciais provinientes do sul da Bahia. Para avaliação do efeito do local de crescimento e variáveis dendrométricas das árvores na grã da madeira utilizou-se os clones da primeira população, tendo previamente mensurados o DAP, a altura comercial, o volume com casca e o fator de forma. Já para determinar a variação da grã no sentido medula-casca e base-topo, utilizaram-se os materiais clonais da segunda população. Para ambas populações, foi determinado o máximo desvio angular (MAD) pelo método de divisão radial, com posterior analise de imagens; a velocidade de propagação de ondas e o módulo de elasticidade dinâmico, obtidos por técnica não destrutiva de ultrassom, stress wave e vibração transversal; a resistência à compressão, flexão estática e cisalhamento paralelo as fibras, a densidade básica, o fator anisotrópico e a contração volumétrica do lenho. Não houve diferença significativa dos valores de MAD entre os locais de crescimento. Observou-se um decréscimo dos desvios de grã da base para o topo e acréscimo no sentido medula a casca das árvores, e correlações significativas, com a velocidade de propagação das ondas de tensão e contração volumétrica da madeira, para os materiais genéticos de 13 anos de idade. Para as demais propriedades físicas e mecânicas da madeira dos clones de 13 anos, não houve correlações com os desvios de grã. Para alguns clones da idade de 7 anos, houve correlações altamente significativas positivas entre o MAD e as propriedades físicas e mecânicas. A velocidade de propagação das ondas acústicas e de tensão correlacionaram de forma negativa com a grã, para alguns clones da idade de 7 e 13 anos. Palavras-chave: Máximo Desvio Angular; Métodos Não Destrutivos; Ambientes Contrastantes; Qualidade da Madeira.
URI: http://repositorio.ufes.br/handle/10/7643
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