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Título: EFEITO DA MODIFICAÇÃO TÉRMICA NAS PROPRIEDADES DA MADEIRA JUVENIL DE Eucalyptus grandis W.Hill E Tectona grandis L.
Autor(es): M. B. Thais
Orientador: BATISTA, D. C.
Palavras-chave: Madeira-Pesquisa
Reflorestamento
Eucalyptus grandis
Data do documento: 25-Jul-2017
Editor: Universidade Federal do Espírito Santo
Citação: M. B. Thais, EFEITO DA MODIFICAÇÃO TÉRMICA NAS PROPRIEDADES DA MADEIRA JUVENIL DE Eucalyptus grandis W.Hill E Tectona grandis L.
Resumo: O processo de modificação térmica apresenta-se como uma alternativa viável para a melhoria de algumas propriedades da madeira. Nesse contexto, há a possibilidade de que esta técnica seja empregada em madeiras oriundas de povoamentos florestais jovens, aumentando-se assim a viabilidade desses empreendimentos. O objetivo deste estudo foi avaliar o efeito do processo brasileiro de modificação térmica na composição química, em algumas propriedades físicas e mecânicas, e na resistência à biodeterioração da madeira juvenil de Eucalyptus grandis e Tectona grandis. Quatro tratamentos foram investigados, resultantes da interação entre os fatores espécie e processo. Para atender ao objetivo proposto foram realizadas as seguintes análises: químicas (lignina solúvel e insolúvel, hemiceluloses, extrativos totais e solubilidade em acetona, clorofórmio, diclorometano e etanol-tolueno ), físicas (densidade aparente a 12%, higroscopicidade e inchamento total), mecânicas (compressão paralela às fibras e flexão estática) e resistência à biodeterioração por fungos Postia placenta e Trametes versicolor, térmitas Nasutitermes corniger e Cryptotermes brevis. Quanto ao efeito do processo de modificação térmica a 160 °C, houve aumento aparente dos teores de lignina total, extrativos totais e em água quente, e melhor solubilidade para os solventes polares (acetona e etanol-tolueno); a higroscopicidade foi reduzida em ambas as espécies, decorrente da perda de massa de hemiceluloses; a resistência mecânica à flexão estática e à compressão paralela às fibras foi reduzida; e aumento na resistência de ambas as espécies à biodeterioração causada por térmitas subterrâneas; o mesmo ocorreu apenas para a madeira de Eucalyptus grandis exposta a térmitas de madeira seca. Analisando-se os prós e contras do processo, é mais recomendável a modificação térmica a 160 °C da madeira juvenil de Eucalyptus grandis do que da madeira juvenil de Tectona grandis. Palavras-chave: Madeira de reflorestamento, processo brasileiro, modificação higrotérmica.
URI: http://repositorio.ufes.br/handle/10/7666
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