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Título: COLHEITA SEMIMECANIZADA DE EUCALIPTO EM ÁREAS DECLIVOSAS
Autor(es): BRINATE, I. B.
Orientador: FIEDLER, N. C.
Palavras-chave: Técnicas e operações florestais
otimização
manejo florestal
Data do documento: 29-Fev-2016
Editor: Universidade Federal do Espírito Santo
Citação: BRINATE, I. B., COLHEITA SEMIMECANIZADA DE EUCALIPTO EM ÁREAS DECLIVOSAS
Resumo: BRINATE, Igor Batista. Colheita semimecanizada de Eucalipto em áreas declivosas. 2016.Dissertação (Mestrado em Ciências Florestais) Universidade Federal do Espírito Santo, Jerônimo Monteiro, ES. Orientador: Prof. Dr. Nilton César Fiedler. Coorientadora: Profa. Dra.Mayra Luiza Marques da Silva Binoti. Há no mundo uma demanda crescente por madeira, que leva a uma tendência de aumento das áreas plantadas. A mecanização tem maximizado o rendimentodas atividades florestais, porém nem todas as áreas são passíveis de mecanização. A elevada declividade do terreno torna inviável o tráfego de máquinas nos talhões, fazendo com que os produtores adotem métodos manuais e semimecanizados. Objetivou-se neste estudoanalisar tecnicamente duas técnicas de colheita florestal semimecanizada em áreas declivosas. Especificamente, analisou-se tecnicamente a colheita semimecanizada em áreas declivosas extraído por tombamento manual (técnica tradicional) e por guincho arrastador (técnica do guincho de arraste), em condições de elevada declividade, sem variação no relevo, denominadas condição normal e em áreas com relevo côncavo (grotas), denominadasáreas críticas. Foi realizado estudo de tempos e movimentos, calculado a produtividade, eficiência operacional e a disponibilidade mecânica. O estudo da técnica tradicional foi realizado nas áreas operacionais de colheita florestal pertencente a produtores rurais fomentados de uma empresa florestal, localizadas na região central serrana e sul do estado do Espírito Santo, enquanto o estudo da técnica do guincho de arrastefoi realizado em uma fazenda arrendada pela mesma empresa, na região do Vale do Paraíba no estado de São Paulo. Foram avaliados quatro equipes na técnica tradicional e seis equipes na técnica do guincho de arraste. Os resultados referentes às fases operacionais foram comparados pelo teste t de student ao nível de 5% de probabilidade. De acordo com os resultados do estudo de tempos e movimentos, a atividade de extração é a que mais demanda tempo operacional, e, devido à complexidade das áreas críticas, elas se destacam demandando mais tempo que em condições normais. A produtividade obtida no corte na técnica do guincho de arraste se destaca por ser menos desgastante e mais produtiva com 55,48 m³.HE-1 em condição normal e 49,53 m³.HE-1 em áreas críticas, em comparação aos 10,12 m³.HE-1 e 5,48 m³.HE-1 da técnica tradicional. O tombamento manual em condições normais se destacou apresentando melhor produtividade, com 6,68 m³.HE-1, e a pior produtividade em áreas críticas, com 1,2 m³.HE-1. As produtividades do arraste apresentaram pequena variação de produtividade entre as condições, com 1,98 m³.HE-1 em condição normal e 2,28 m³.HE-1 em áreas críticas. A disponibilidade mecânica apresentou valores inferiores em áreas críticas (84,17%), devido ao maior desgaste dos equipamentos. Conclui-se que em condições normais é mais viável utilizar o corte semimecanizado extraído por tombamento manual (técnica tradicional), porém, em condições de áreas críticas e sem estradas na parte inferior, o corte semimecanizado extraído por guincho (guincho de arraste) é o mais indicado.
URI: http://repositorio.ufes.br/handle/10/7686
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