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Título: ANÁLISE da Sustentabilidade Econômica e Ambiental em Três Sistemas Intensivos de Produção de Frangos de Corte
Autor(es): BERTONCELI, R. M.
Orientador: ZANINI, S. F.
Palavras-chave: Ambiência
Desempenho
Eficiência
Data do documento: 24-Fev-2017
Editor: Universidade Federal do Espírito Santo
Citação: BERTONCELI, R. M., ANÁLISE da Sustentabilidade Econômica e Ambiental em Três Sistemas Intensivos de Produção de Frangos de Corte
Resumo: A produção de alimentos em sistemas sustentáveis precisa atender a requisitos básicos como ser socialmente responsável, economicamente viável, garantir a saúde e o bem-estar humano e animal, assim como a proteção ao meio ambiente. Objetivou-se, com este trabalho, avaliar a sustentabilidade econômica e ambiental em três sistemas intensivos de produção de frangos de corte, visando à racionalização do uso de recursos naturais e insumos. O trabalho foi realizado em dois períodos do ano, no inverno e no verão. Para cada estação do ano, foram utilizados quinze (15) galpões com média de 35.000 aves por galpão, distribuídos em um delineamento inteiramente separados em grupos de três tratamentos, (sistemas de produção) e cinco repetições (galpão), sendo, A - galpão escuro; B - galpão semiclimatizado, e C - galpão convencional. Foram realizadas medições diárias de temperatura e umidade (máxima e mínima) e os dados foram correlacionados com o desempenho produtivo das aves. Foram avaliadas as variáveis conversões alimentares, peso ao abate, índice de eficiência produtiva (IEP), ganho de peso diário (GPD), mortalidade, viabilidade, consumos de água e de ração e custo por quilograma de ave. Os galpões escuros apresentaram os melhores indicadores de sustentabilidade econômica e ambiental, por meio da redução do consumo de água e do custo por quilograma de ave aliado a uma melhoria na taxa de conversão alimentar e no IEP. O galpão semiclimatizado comparou-se com os galpões escuros apenas na conversão alimentar. Os galpões convencionais mostraram maior consumo de água, a pior taxa de conversão alimentar, maior custo por quilograma de ave e o menor IEP em ambas as estações do ano, mas exacerbaram no verão. Quanto à taxa de mortalidade, observou-se que no inverno, não houve diferença significativa entre os sistemas de produção (P>0,05), mas no verão, os galpões escuros e o galpão semiclimatizado tiveram maior taxa de mortalidade comparada com o galpão convencional (P<0,05). No verão, as diferenças entre os sistemas de produção se mostraram mais proeminentes, em função das amplitudes térmicas, apresentando os melhores resultados o galpão escuro.
URI: http://repositorio.ufes.br/handle/10/7717
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