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Título: PROSPECÇÃO de Inibidores da Acetilcolinesterase em Plantas Da família Rubiaceae na Mata Atlântica
Autor(es): VICENTINI, A. R.
Orientador: SEVERI, J. A.
Palavras-chave: Acetilcolinesterase
Inibidores
Rubiaceae
Data do documento: 25-Jul-2017
Editor: Universidade Federal do Espírito Santo
Citação: VICENTINI, A. R., PROSPECÇÃO de Inibidores da Acetilcolinesterase em Plantas Da família Rubiaceae na Mata Atlântica
Resumo: O neurotransmissor acetilcolina e a enzima acetilcolinesterase são mediadores de fundamental importância na regulação de inúmeras funções fisiológicas relacionadas ao Sistema Nervoso Central e Periférico. Determinadas patologias animais estão estritamente relacionadas ao comprometimento da via colinesterásica, como: miastenia gravis, botulismo e paralisia do carrapato. Dessa maneira, apesar de ainda não terem cura, a estratégia farmacológica mais eficaz empregada consiste no uso de fármacos anticolinesterásicos para evitar a degradação da acetilcolina. Assim, esta pesquisa objetivou realizar um estudo integrado de caracterização química e avaliação farmacológica de espécies da família Rubiaceae coletadas, potencialmente úteis como fonte de fármacos anticolinesterásicos, por apresentarem em sua constituição compostos quimicamente ativos, segundo dados da literatura. Para isso, foram realizados dois protocolos de avaliação da atividade anticolinesterásica, pelo método de cromatografia em camada delgada e avaliação espectrofotométrica, além dos ensaios de prospecção fitoquímica dos extratos. Foram estudadas 25 espécies da família Rubiaceae, pertencentes a 8 gêneros distintos, que resultaram em 28 amostras. Para cada uma das espécies foram obtidos dois extratos de naturezas polares diferentes. Acerca da atividade anticolinesterásica, das amostras testadas, 5 apresentaram atividade considerada promissora segundo padrões de classificação da literatura para ambos os métodos testados, destas destacam-se: Faramea campanella, Faramea martiana, Psychotria carthagenensis, Psycotria 1 e Rudgea coronata Saint-hilaire. Cada um dos gêneros ativos apresentou uma constituição química especifica segundo resultados da avaliação fitoquímica.
URI: http://repositorio.ufes.br/handle/10/7797
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