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Título: Murcha-de-ceratocytis em Eucalipto: Método de Detecção Não Destrutivo e Precoce da Resistência e Aspectos Morfológicos e Anatômicos da Infecção
Autor(es): OLIVEIRA, R. G. S.
Orientador: FERREIRA, M. F. S.
Coorientador: MORAES, W. B.
Palavras-chave: murcha
Ceratocystis fimbriata
Eucaliptus
xilema
resistên
Data do documento: 24-Fev-2017
Editor: Universidade Federal do Espírito Santo
Citação: OLIVEIRA, R. G. S., Murcha-de-ceratocytis em Eucalipto: Método de Detecção Não Destrutivo e Precoce da Resistência e Aspectos Morfológicos e Anatômicos da Infecção
Resumo: Ceratocystis fimbriata Ellis & Halsted é um patógeno que causa murcha vascular em Eucalyptus, considerado de difícil controle devido ao seu caráter sistêmico e variabilidade genética dos isolados. O plantio de material resistente é a principal forma de controle. Sendo assim, no presente trabalho objetivou-se: 1) desenvolver um método de detecção fenotípica precoce e não destrutiva com discos foliares de clones (E. grandis x E. urophylla), quanto à resistência em eucalipto a infecção de C. fimbriata. 2) avaliar respostas morfofisiológicas e anatômicas a infecção de C. fimbriata em clones de eucalipto. Foram utilizados os clones AEC 1528, BA 7346, CO 1407 e BA 6021 (seis meses de idade). Primeiramente, foram inoculados 0,1 mL de esporos do fungo (2,5 X 106 mL-1), com seringa, no tecido foliar próximo a nervura, na face adaxial dos discos foliares (Ø2 cm) de cada clone e mantidos em câmara úmida e climatizada. A severidade foi avaliada após seis dias de inoculação. Para a comparação dessa metodologia, discos de meio de cultura MAEY (Ø5mm) com micélio do fungo, foram colocados em ferimentos (dois cm de comprimento) entre o lenho e a casca, no caule de 10 plantas por clone e mudas como controle (sem fungo). Para ambos os ensaios foi utilizado escala de frequência, sendo possível distinguir clones resistentes de suscetíveis. Ao término do segundo experimento foram feitas análises morfológicas, matéria seca das folhas e do caule, altura e diâmetro do caule dos clones infectados e não infectados e análises anatômicas no local da lesão e três cm antes e depois da lesão, para avaliação do crescimento do micélio de C. fimbriata nos vasos do xilema, antes e após 50 dias, da inoculação. Pode-se observar mecanismo de resistência: gomas ou géis, tecidos novos próximos à região de infecção.
URI: http://repositorio.ufes.br/handle/10/7858
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