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Título: EVOLUÇÃO DA PERIODONTITE EXPERIMENTAL EM RATOS NA AUSÊNCIA E PRESENÇA DE HIPERTENSÃO ARTERIAL RENOVASCULAR
Autor(es): Lidia Maria Rosa da Silva
Orientador: MEYRELLES, S. S.
Data do documento: 1-Nov-2007
Editor: Universidade Federal do Espírito Santo
Citação: Lidia Maria Rosa da Silva, EVOLUÇÃO DA PERIODONTITE EXPERIMENTAL EM RATOS NA AUSÊNCIA E PRESENÇA DE HIPERTENSÃO ARTERIAL RENOVASCULAR
Resumo: Doença periodontal é uma doença inflamatória crônica, multifatorial, resultado do desequilíbrio entre hospedeiro e microorganismos presentes no biofilme dental que pode levar à perda do dente. Embora existam evidências de que a doença periodontal possa influenciar a saúde geral e a susceptibilidade para determinadas doenças sistêmicas, a literatura é escassa no que diz respeito à relação entre periodontite e hipertensão arterial. Assim sendo, o objetivo deste estudo foi avaliar microscopicamente o efeito da hipertensão renovascular na gravidade da doença periodontal induzida em ratos. Foram utilizados 11 ratos Wistar, com aproximadamente 5 semanas e pesando entre 150-170 g, divididos randomicamente em 2 grupos: Hipertensos (n=6) e SHAM (n=5). Os animais foram anestesiados, submetidos à laparotomia e afastamento das alças intestinais, e apenas no grupo hipertenso foi realizada a clipagem da artéria renal esquerda (2R1C). No décimo quarto dia os animais foram submetidos à indução da periodontite experimental por ligadura subgengival no primeiro molar inferior esquerdo. O molar contralateral não foi ligado, servindo como controle. Após 14 dias da colocação da ligadura, com o animal acordado foram obtidos os registros hemodinâmicos de PAM (109±1,4mmHg SHAM vs. 178±5mmHg hipertensos) e FC (351±4bpm SHAM vs. 370±12 bpm hipertensos). Em seguida os animais foram sacrificados e a mandíbula removida para processamento histológico. Os parâmetros empregados na avaliação da periodontite foram: contagem de neutrófilos, número de vasos sangüíneos e perda óssea alveolar na região interproximal distal ao molar ligado e ao dente controle. Na análise intra-grupos verificamos aumento significativo nos números de neutrófilos e de vasos nos lados com periodontite quando comparados ao lado sem periodontite nos animais SHAM (2,2±0,3 vs. 14,6±2,2 e 4,6±0,8 vs. 13,1±1,7 respectivamente) e hipertensos (2,3±0,3 vs. 15±0,9 e 4,5±0,84 vs. 13,1±1,8 respectivamente). Embora haja diferenças significantes (p<0,05) para os parâmetros avaliados em relação à periodontite na análise intra-grupos, não houve diferença (p>0,05) entre os grupos, com uma perda óssea similar observada nos animais SHAM com periodontite (0,74±0,07mm) e hipertensos com periodontite (0,87±0,10mm). Estes dados nos permitem concluir que em ratos, a hipertensão renovascular não foi capaz de influenciar a gravidade da doença periodontal induzida no período estudado. Palavras chave: hipertensão renovascular; periodontite experimental.
URI: http://repositorio.ufes.br/handle/10/7897
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