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dc.contributor.advisorVASQUEZ, E. C.
dc.date.accessioned2018-08-01T22:58:32Z-
dc.date.available2018-08-01
dc.date.available2018-08-01T22:58:32Z-
dc.identifier.citationGADIOLI, A. L. N., Efeito da administração oral de rapamicina sobre a reatividade vascularpor
dc.identifier.urihttp://repositorio.ufes.br/handle/10/7927-
dc.publisherUniversidade Federal do Espírito Santopor
dc.titleEfeito da administração oral de rapamicina sobre a reatividade vascularpor
dc.typemasterThesisen
dc.contributor.memberARRUDA, J. A.
dc.contributor.memberBISSOLI, N. S.
dcterms.abstractA reestenose pós angioplastia coronária tem sido controlada pelo uso de stents recobertos com rapamicina. Contudo relatos distintos sugerem que a rapamicina possa ter efeitos deletérios sobre a função endotelial. Nós avaliamos in vitro, os efeitos da administração oral de rapamicina sobre a função endotelial de camundongos knockout para a apolipotroteína E com 8 semanas de idade. Foram avaliadas através do estudo da reatividade vascular do leito mesentérico as respostas contráteis à norepinefrina (NE) e relaxantes à acetilcolina (ACH) e ao nitroprussiato de sódio (NPS) após 12 semanas de administração de rapamicina (5mg/kg/dia). A rapamicina não modificou de forma significativa as respostas contráteis a NE no grupo tratado (116 ± 3,7%, n=10; p=NS) ou no grupo controle (114 ± 14%, n=0,9; p=NS). A reatividade vascular para a ACh não foi alterada na resposta de relaxamento, grupo tratado (49 ± 5%, n=10; p=NS) grupo controle (53 ± 4,4%, n=09; p=NS). O relaxamento vascular máximo induzido pelo NPS entre os grupos não foi significativo, apresentando no grupo tratado (74 ± 5%, n=10; p=NS) e no controle (74 ± 6%, n=0,9; p=NS). O tratamento com a rapamicina resultou em aumento do colesterol plasmático no grupo tratado (941 ± 63 mg/dL, n = 12; p= < 0, 05) comparado ao grupo controle (721 ± 49 mg/dL, n = 7; p= < 0, 05). A área de placa aterosclerótica na aorta no grupo tratado com a rapamicina foi significativamente menor quando comparado ao grupo controle (6.946±2.276 vs. 46.156±13.028 mm2, N=2; p<0, 01). A administração oral de rapamicina na dose de 5mg/kg não apresentou efeito deleterério sobre o tônus vascular no leito arteriolar mesentérico em camundongos ApoE.por
dcterms.creatorGADIOLI, A. L. N.
dcterms.formatapplication/pdfpor
dcterms.issued2007-11-30
dc.publisher.countryBRpor
dc.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Ciências Fisiológicaspor
dc.publisher.initialsUFESpor
dc.publisher.courseMestrado em Ciências Fisiológicaspor
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