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Campo DCValorIdioma
dc.contributor.advisorMEYRELLES, S. S.
dc.date.accessioned2018-08-01T22:58:41Z-
dc.date.available2018-08-01
dc.date.available2018-08-01T22:58:41Z-
dc.identifier.citationLIMA, L. C. F., Efeito das células mononucleares no tratamento da estenose vascular em camundongos hipercolesterolêmicospor
dc.identifier.urihttp://repositorio.ufes.br/handle/10/7966-
dc.publisherUniversidade Federal do Espírito Santopor
dc.titleEfeito das células mononucleares no tratamento da estenose vascular em camundongos hipercolesterolêmicospor
dc.typemasterThesisen
dc.contributor.memberPEREIRA, T. M. C.
dc.contributor.memberPereira, FEL
dcterms.abstractO remodelamento vascular com formação de neointima é um processo que ocorre em resposta a doenças como a aterosclerose. Células mononucleares (CMN) têm sido utilizadas na neovascularização. Dessa forma, o objetivo do estudo foi avaliar o tratamento in situ de CMN após estenose da carótida de camundongos ApoE-/-. Camundongos ApoE-/- fêmeas de 5 meses foram esplenectomizados e submetidos à estenose da artéria carótida comum esquerda através de anel silástico. Após 10 dias, o anel foi retirado e, salina (Salina, n=8) ou 106 CMN (CMN, n=6), isoladas do baço de camundongos GFP, foram aplicadas in situ. O grupo controle (CT, n=5) não recebeu tratamento, sendo utilizado para análise de remodelamento vascular. Decorridos 7 dias, os animais foram eutanasiados, perfundidos e tiveram a artéria carótida removida para análise histomorfométrica. Foi realizada a autofluorescência para GFP para localização das CMN, imunofluorescência para localização das células progenitoras endoteliais (CPEs), através da marcação de CD90-PE/CD117- FITC, TUNEL para visualização de apoptose e dihidroetídio para produção de estresse oxidativo. Média±EPM, ANOVA 1 via seguida de post hoc de Tukey e teste t de Student. *p<0,05. O grupo CMN apresentou predomínio destas células no endotélio vascular, podendo ser visualizadas através da autofluorescência do GFP e evidenciadas como CPE através da dupla marcação de fluorescência. O tratamento foi capaz de reduzir significativamente a área de lesão (CMN: 29,5±11,2** vs. Salina: 104±15,9 vs. CT: 27,4±7,1 103&#956;m2) com consequente aumento da área luminal (CMN: 72,5±8,6** vs. Salina: 7,8±4,6 vs. CT: 52,6±2,7 103&#956;m2). Também não foi observada diferença na área externa do vaso entre os grupos (Salina: 115±18,4 vs. CMN: 113,9±10,2 vs. CT: 89,7±5,8 103&#956;m2) sugerindo ausência de remodelamento positivo, sendo essa ausência comprovada pela razão de remodelamento (Salina: 0,92±0,37 vs. CMN: 0,92±0,21 ). Além disso, o tratamento reduziu a relação parede/luz (Salina: 2,94±0,47 vs. CMN: 0,6±0,08** vs. CT: 0,7±0,07). O tratamento também foi capaz de reduzir a produção de ânion superóxido e, consequentemente, apoptose em relação ao grupo salina. Nossos dados sugerem que a terapia com CMN aumenta a área luminal da carótida sem evidências de remodelamento vascular, provavelmente pelo efeito parácrino e imunomodulatório das CMN, que foram capazes de recuperar o endotélio da parede vascular lesada.por
dcterms.creatorLIMA, L. C. F.
dcterms.formatapplication/pdfpor
dcterms.issued2012-01-26
dc.publisher.countryBRpor
dc.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Ciências Fisiológicaspor
dc.publisher.initialsUFESpor
dc.publisher.courseMestrado em Ciências Fisiológicaspor
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