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Título: Impacto da Cirurgia Bariátrica: Variáveis Antropométricas, dietéticas e citocinas pró-inflamatórias. Estudo prospectivo comparativo
Autor(es): VIANA, E. C.
Orientador: BISSOLI, N. S.
Data do documento: 10-Jun-2011
Editor: Universidade Federal do Espírito Santo
Citação: VIANA, E. C., Impacto da Cirurgia Bariátrica: Variáveis Antropométricas, dietéticas e citocinas pró-inflamatórias. Estudo prospectivo comparativo
Resumo: Impacto da Cirurgia Bariátrica em dados Antropométricos, na Ingestão Alimentar e nos Níveis Plasmáticos de Citocinas: estudo prospectivo controlado Introdução. A cirurgia bariátrica é uma alternativa de tratamento da obesidade mórbida e além dos efeitos na expressiva e rápida perda de peso per si, vem sendo estudada pelas diferentes repercussões sobre a composição corporal e níveis hormonais do trato digestório. Contudo, o conhecimento de como diferentes tipos de cirurgia podem interferir nos padrões de ingestão alimentar e nos níveis de citocinas inflamatórias, bem como estes parâmetros interagem entre si, precisam ser melhor compreendidos. Objetivos. Investigar o impacto de dois tipos de cirurgia bariátrica, a Gastroplastia vertical com anel e derivação gástrica em Y-de-Roux (grupo GVAYR) versus Gastrectomia vertical com anel (grupo GVA), sobre o peso e composição corporal, ingestão alimentar e níveis plasmáticos de interleucina 6 (IL-6) e fator de necrose tumoral alfa (TNF&#945;) após 1 ano de intervenção, e comparar as repercussões entre os dois tipos de cirurgias. Casuística e Métodos. Foram avaliadas 55 mulheres (36,6±9,0 anos), estando 50,9% (n=28) no grupo GVAYR e 49,1% (n=27) no grupo GVA. Todos os dados foram avaliados no período préoperatório e em 1 ano de pós-operatório. Foram analisados dados antropométricos e de composição corporal, ingestões energética, de macronutrientes e fibra total e níveis plasmáticos de TNF&#945; e IL-6. Para a análise estatística utilizou-se o programa Sigma Stat 3.0. Adotou-se como nível de significância p<0,05. Resultados. A perda média de peso corporal total foi de 38,4±7,9 kg (méd= 37,6; mín= 18,4 e máx= 61,7kg). Não houve diferença para o percentual de perda do excesso de peso corporal (%PEP) entre os grupos. Também não foi observada diferença entre a ingestão calórica e de macronutrientes nos períodos pré e pós-operatório, com exceção da fibra no período pós-operatório que foi menor no grupo GVAYR (p=0,045). Houve redução da ingestão calórica e de macronutrientes no período pósoperatório, bem como deficiência na ingestão de proteína. Verificou-se que a maior ingestão de proteína esteve associada ao maior %PEP (p=0,021). Verificou-se redução de IL-6 em ambos os grupos (p<0,003). Para o TNF&#945; não se observou diferença para o grupo GVAYR (p=0,191), apenas no grupo GVA. Conclusão. Os resultados permitem sugerir que tanto a GVAYR quanto a GVA apresentaram xix sucesso na perda de peso. Que a ingestão dietética no período pós-operatório é deficiente de proteína em ambos os grupos. Os achados ainda evidenciaram que embora não tenha sido observada redução nos níveis de TNF&#945; para o grupo GVAYR, ambas as cirurgias foram eficazes para a redução dos níveis de IL-6. Palavras-chave: Cirurgia bariátrica, Gastroplastia vertical com anel e derivação gástrica em Y-de-Roux, Gastrectomia Vertical com anel, Ingestão alimentar, Citocinas.
URI: http://repositorio.ufes.br/handle/10/8038
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