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dc.contributor.advisorMILL, J. G.
dc.date.accessioned2018-08-01T22:59:15Z-
dc.date.available2018-08-01
dc.date.available2018-08-01T22:59:15Z-
dc.identifier.citationBALDO, M. P., Efeitos agudos e crônicos do carvedilol após o infarto do miocárdio em ratospor
dc.identifier.urihttp://repositorio.ufes.br/handle/10/8042-
dc.publisherUniversidade Federal do Espírito Santopor
dc.titleEfeitos agudos e crônicos do carvedilol após o infarto do miocárdio em ratospor
dc.typedoctoralThesisen
dc.contributor.memberAlessandra Simao Padilha
dc.contributor.memberSTEFANON, I.
dc.contributor.memberVASQUEZ, E. C.
dc.contributor.memberCARVALHO, A. C. C.
dcterms.abstractO objetivo do presente trabalho foi avaliar os efeitos agudos e crônicos do carvedilol sobre o remodelamento do ventrículo esquerdo (VE) de ratos com infarto do miocárdio (IM). Ratos Wistar (8-9 semamas) foram infartados pela oclusão da artéria coronária esquerda. Após 24 h, os animais receberam carvedilol (IM-CARV; 20mg/kg/d, gavagem) ou veículo (IM-PLAC; metilcelulose 0,5%). Três e 28 dias depois, o VE foi cateterizado para avaliação da função cardíaca. Em seguida, registrou-se a curva pressão-volume. Uma amostra foi selecionada para realização do teste de tolerância ao exercício com intensidade progressiva em esteira. A atividade da ECA foi avaliada por fluorimetria e a expressão dos receptores da angiotensina II foi realizada por Western blot. O colágeno e a hipertrofia foram avaliados por histologia. Os resultados estão apresentados como média ± erro padrão da média. A extensão do infarto não variou entre os grupos em nenhum dos momentos avaliados. Após 28 dias, os animais com IM apresentavam aumento significativo da pressão diastólica final do VE (SO= 7±1, IM-PLAC= 20±2, IM-CARV= 12±3 mmHg, P < 0,05) e da dilatação (SO= 10,5±1,2, IM-PLAC= 4,4±0,6, IM-CARV= 6,3±1 mmHg/ml.kg1) comparado ao grupo SO, sendo que o carvedilol reverteu parcialmente esses aumento. Os animais do grupo IM-CARV demonstraram maior resistência ao exercício comparados aos animais IM-CONT (IM-PLAC= 11,9±1, IMCARV= 17,3±1 min). O colágeno aumentou no grupo IM-PLAC, e foi parcialmente reduzido pelo carvedilol (SO= 1,8±0,3, IM-PLAC= 7,1±0,5, IM-CARV= 5,4±0,5 %). A área de secção transversa do miócito aumentou após o infarto, mas não foi influenciada pelo CARV. Houve aumento da atividade da ECA no VE do grupo IMCONT, e revertido pelo carvedilol (SO= 43,5±2,6, IM-CONT= 51,1±1,85, IM-CARV=37,1±2,5 nmol/mg/min). Além disso, a expressão do receptor AT1 no VE foi significativamente menor nos animais que receberam carvedilol (SO= 0,39±0,05, IMCONT= 0,65±0,05, IM-CARV= 0,46±0,05, P < 0,05). O carvedilol reduz a dilatação ventricular e melhora a função cardíaca e o desempenho aeróbico de ratos após o IM, com menor atividade da ECA e menor expressão dos receptores AT1 no VE, impactando diretamente na redução da mortalidade após o infarto do miocárdio.por
dcterms.creatorBALDO, M. P.
dcterms.formatapplication/pdfpor
dcterms.issued2011-06-20
dc.publisher.countryBRpor
dc.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Ciências Fisiológicaspor
dc.publisher.initialsUFESpor
dc.publisher.courseDoutorado em Ciências Fisiológicaspor
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