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Título: Alterações da morfologia craniofacial e da via aérea superior em crianças com obstrução na nasofaringe
Autor(es): Ballista, Paula Ramos
Orientador: Pacheco, Maria Christina Thomé
Coorientador: Araújo, Maria Teresa Martins de
Palavras-chave: Tonsila faríngea
Cefalometria
Nasofaringe
Obstrução das vias respiratórias
Data do documento: 1-Jul-2016
Editor: Universidade Federal do Espírito Santo
Citação: BALLISTA, Paula Ramos. Alterações da morfologia craniofacial e da via aérea superior em crianças com obstrução na nasofaringe. 2016. 82 f. Dissertação (Mestrado em Clínica Odontológica) - Universidade Federal do Espirito Santo, Centro de Ciências da Saúde.
Resumo: INTRODUÇÃO: A substituição da respiração nasal pela respiração bucal leva a alterações no crescimento dos ossos da face e nas posições dentárias. A persistência da respiração pela boca durante a correção ortodôntica coloca em risco o resultado do tratamento obtido. Sendo assim, a normalização da função respiratória é de extrema importância para a estabilidade do tratamento ortodôntico. Levando em conta estes fatos, quando o ortodontista examina uma criança com alteração dentofacial e constata, através da radiografia cefalométricas lateral (RCL), alguma obstrução na nasofaringe compatível com hipertrofia de adenoide, deve encaminhar o paciente ao otorrinolaringologista. OBJETIVO: Verificar, em radiografias cafalométricas, se crianças com obstrução na nasofaringe apresentam alterações craniofaciais e na morfologia da via aérea superior (VAS), que possam auxiliar no diagnóstico precoce de distúrbios respiratórios obstrutivos na infância. METODOLOGIA: Foram avaliadas 69 RCL de crianças de 05 a 12 anos, sendo 33 crianças com imagem da largura da nasofaringe menor ou igual a 5mm (grupo HA) e 36 crianças com largura maior que 5mm (grupo SA). A amostra foi estratificada entre sexos e faixas etárias (5-7 anos, 8-9 anos e 10-12 anos). Foram realizadas medidas do padrão esquelético facial, medidas da largura, comprimento e angulação da VAS e craniocervical. A amostra foi avaliada estatisticamente através da comparação, correlação e associação das medidas entre os grupos, faixas etárias e sexo. RESULTADOS: Crianças com obstrução na nasofaringe apresentaram tendência de crescimento vertical, Classe II esquelética, largura da orofaringe (amigdalas) e angulações da VAS e craniocervical aumentadas. Houve diferença significativa entre o aumento do comprimento da VAS em crianças com e sem obstrução da nasofaringe. O aumento ou diminuição da largura da nasofaringe não apresentou correlação com o aumento ou diminuição da largura da orofaringe. Também não houve associação entre a diminuição da largura na nasofaringe com alteração em alguma outra medida avaliada. CONCLUSÃO: O aumento do comprimento vertical da via aérea superior ocorre de maneira mais precoce e com maior intensidade em crianças com obstrução na nasofaringe, sendo o parâmetro mais significativo encontrado para auxiliar o diagnóstico precoce de distúrbios respiratórios obstrutivos na infância.
INTRODUCTION: The replacement of nasal breathing by predominantly mouth breathing leads to changes on teeth positions and facial growth. The persistence of mouth breathing during orthodontic correction risks the treatment outcome. Therefore, the respiratory function normalization is extremely important for the orthodontic treatment stability. The professional should refer a child to the otolaryngologist (ENT) when notes in a cephalometric image (CI) a nasopharynx obstruction compatible with adenoid hypertrophy (AH). OBJECTIVE: Assess craniofacial changes and upper airway (UA) morphology in CI of children with nasopharynx obstruction compatible with AH, aiming to assist the early diagnosis of sleep-disorder breathing (SDB) in childhood. METHODS: The sample consisted of 69 CI from 05-12 years old children. 33 children (16 girls and 17 boys, mean age 8.3 years) had nasopharynx width equal or minor than 5 mm (AH group) and 36 of them (20 girls and 16 boys, mean age 8.8 years) had nasopharynx width greater than 5 mm (NA group = no adenoid). It was evaluated, in different sex and age groups (5-7, 8-9 and 10-12 years old), skeletal facial pattern, oropharynx width (tonsils), UA vertical length, UA angulation and craniocervical (cc) angulation. Data were analyzed using Student’s t-test, ANOVA, Pearson’s X2 , Tukey test, and logistics regressions, with a confidence level of P
URI: http://repositorio.ufes.br/handle/10/8087
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