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Título: Análise imuno-histoquímica do colágeno tipo I em carcinoma de células escamosas orais e suas lesões precursoras
Autor(es): Fanchiotti, Renata Escapini
Orientador: Souza, Letícia Nogueira da Gama de
Coorientador: Barros, Liliana Aparecida Pimenta de
Palavras-chave: Matriz extracelular
Colágeno tipo I
Squamous cell carcinoma
Extracellular matrix
Type I collagen
Data do documento: 9-Mar-2017
Editor: Universidade Federal do Espírito Santo
Citação: FANCHIOTTI, Renata Escapini. Análise imuno-histoquímica do colágeno tipo I em carcinoma de células escamosas orais e suas lesões precursoras. 2017. 77 f. Dissertação (Mestrado em Clínica Odontológica) - Universidade Federal do Espírito Santo, Centro de Ciências da Saúde.
Resumo: O carcinoma de células escamosas (CCE) é considerado o câncer de boca mais comum, e ainda hoje está associado a altos índices de mortalidade. Além da avaliação dos aspectos clínicos, é fundamental a realização de uma análise mais acurada do perfil molecular para melhor compreensão do seu comportamento biológico. O colágeno tipo I é um dos principais componentes da matriz extracelular (MEC) e vem sendo associado com o processo de tumorigênese por participar de eventos como angiogênese e metástase. O presente estudo realizou análise imunohistoquímica do perfil do colágeno tipo I em lesões diagnosticadas pelo Serviço de Anatomia Patológica Bucal do Curso de Odontologia/UFES. Os grupos avaliados foram: 10 casos de lesões de baixo risco; 10 casos de alto risco de malignização e 30 casos de CCE. Ainda, foram estabelecidas possíveis associações entre as marcações e o perfil clínico do paciente e do tumor. Nossos achados mostraram que homens foram os mais acometidos nas lesões de alto risco (60%) e CCE (86,6%), enquanto mulheres representaram maioria nas lesões de baixo risco (80%). Em relação aos sítios afetados, a mucosa jugal foi o mais frequente nas lesões de baixo risco (50%), e a língua para as lesões de alto risco (60%) e CCE (43,3%). Quanto ao perfil do colágeno tipo I, em CCE as fibras foram na maioria moderadamente irregulares (++) e coloração forte. Em lesões de baixo risco, a maioria dos casos apresentou expressão entre fraco e moderado, já as de alto risco, as fibras ficaram entre o moderado e forte. Quando realizada associação dos achados clínicos com os microscópicos, foi possível observar que pacientes fumantes com CCE, o padrão das fibras foi irregular (P=0.04) e coloração forte (P=0.02) em comparação aos pacientes também fumantes, mas com diagnóstico de lesões de baixo ou alto risco. Nossos achados sugerem possíveis associações entre aspectos clínicos e microscópicos quanto ao padrão de deposição de colágeno tipo I durante as alterações que ocorrem na mucosa oral no processo de transformação maligna
Squamous cell carcinoma (SCC) is the most common cancer of the mouth, and is still associated with high mortality rates. Besides the evaluation of the clinical aspects, it is fundamental to perform a more accurate analysis of the molecular profile to better understand its biological behavior. Type I collagen is one of the main components of the extracellular matrix (ECM) and has been associated with the process of tumorigenesis by participating in events such as angiogenesis and metastasis. The present study performed an immunohistochemical analysis of the type I collagen profile in lesions diagnosed by the Department of Oral Pathology of the Dental School / UFES. The groups evaluated were: 10 cases of low risk lesions; 10 cases of high risk of malignancy and 30 cases of SCC. Also, associations were established between the markers and the clinical profile of the patient and the tumor. Our findings showed that men were the most affected in the lesions at high risk (60%) and SCC (86.6%), while women represented the majority in low risk lesions (80%). In relation to the affected sites, the jugal mucosa was the most frequent in the low risk lesions (50%), and the tongue in lesions of high risk (60%) and SCC (43.3%). As for the profile of type I collagen, the fibers were moderately irregular (C ++) and strongly marked. In the low risk lesions, the three types of fiber disposition were observed, and with weak marking; And those at high risk, the fibers were fine, regular and markedly strong. When the association between clinical and microscopic findings was found, it was possible to observe that patients smokers with SCC, the fiber pattern was irregular (P = 0.04) and strong marking (P = 0.02) compared to smokers, but diagnosed with lesions Low or high risk. Our findings suggest associations between clinical and microscopic aspects regarding the pattern of deposition of type I collagen during the alterations that occur in the oral mucosa in the process of malignant transformation.
URI: http://repositorio.ufes.br/handle/10/8119
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