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Título: Resistência de União Entre Cerâmica à Base de Dissilicato de Lítio e Cimentos Resinosos: Efeito do Tratamento de Superfície da Cerâmica, do Sistema de Cimentação e da Aplicação de Adesivo
Autor(es): MORAES, J. R.
Orientador: XIBLE, A. A.
Data do documento: 28-Out-2010
Editor: Universidade Federal do Espírito Santo
Citação: MORAES, J. R., Resistência de União Entre Cerâmica à Base de Dissilicato de Lítio e Cimentos Resinosos: Efeito do Tratamento de Superfície da Cerâmica, do Sistema de Cimentação e da Aplicação de Adesivo
Resumo: Este estudo in vitro avaliou a resistência de união ao micro-cisalhamento entre três sistemas de cimentação e uma cerâmica à base de dissilicato de lítio após diferentes tratamentos de superfície e também o efeito da aplicação de adesivo antes de um cimento resinoso auto-adesivo. Cinqüenta e quatro discos cerâmicos (IPS Empress 2, Ivoclar Vivadent) foram divididos em grupos de acordo com o tratamento de superfície recebido: nenhum tratamento (NT); jato de óxido de alumínio 50 µm (J); ácido fluorídrico a 10% por 20s (HF); J + HF (JHF); HF + ácido fosfórico a 37% por 40s (HFP) e J + HFP (JHFP). Um sistema de cimentação convencional, Excite DSC/ Variolink II Ivoclar Vivadent (EX/V2) e dois sistemas auto-adesivos, Single Bond 2/RelyX U100 3M ESPE (SB2/UC) e RelyX U100 sem adesivo (UC), foram testados para cada tipo de tratamento de superfície. Após aplicação de silano e adesivo nas amostras, tubos Tygon de 0,8 mm de diâmetro e 2 mm de altura foram preenchidos com os cimentos e pressionados sobre a superfície cerâmica para a fabricação dos espécimes (n=10), que foram estocados em água destilada à 37ºC durante 24 h e submetidos à força de cisalhamento com velocidade de 1 mm/min até a fratura. As superfícies fraturadas foram observadas ao microscópio eletrônico de varredura para classificação dos tipos de fratura. Os testes estatísticos de Kruskal-Wallis e Mann-Whitney identificaram diferenças significativas entre os tipos de tratamento de superfície para os sistemas de cimentação testados (p<0,05). Para os sistemas EX/V2 e UC, a resistência de união do tratamento NT foi menor que J, que foi igual a JHF, que foi menor que HF, que foi menor que HFP, que foi igual a JHFP. Para o sistema SB2/UC a resistência do tratamento NT foi menor que HF, que foi igual a JHF, que foi menor que J, que foi menor que HFP, que foi igual a JHFP. A resistência de união dos sistemas auto-adesivos foi menor que a do EX/V2 somente com o tratamento HF. A resistência de união de SB2/UC foi maior que a de UC apenas para o tratamento J . Para os outros tratamentos, os valores de UC e SB2/ UC não diferiram. A fratura do tipo adesiva foi predominante para o tratamento NT e a fratura mista foi mais freqüente para os outros tipos de tratamento do que para o tratamento NT. Foi possível concluir que: (1) O tratamento de superfície da cerâmica à base de dissilicato de lítio com ácido fluorídrico seguido de ácido fosfórico foi mais efetivo em aumentar a resistência de união aos dois cimentos; (2) diferença de resistência de união entre os cimentos só pode ser observada para o tratamento somente com ácido fluorídrico, tendo o cimento resinoso convencional resistência maior que a do auto-adesivo; (3) a aplicação de adesivo antes do cimento resinoso auto-adesivo não aumentou a resistência de união, exceto quando o tratamento foi o jato de óxido de alumínio.
URI: http://repositorio.ufes.br/handle/10/8149
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