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Título: Prevalência de oclusopatia e fluorose dentária de crianças indígenas aldeadas (Etnia Tupiniquim e Guarani) no município de Aracruz, ES
Autor(es): Alencar, Camila Oliveira de
Orientador: Carvalho, Raquel Baroni de
Data do documento: 5-Jul-2011
Editor: Universidade Federal do Espírito Santo
Citação: ALENCAR, Camila Oliveira de. Prevalência de oclusopatia e fluorose dentária de crianças indígenas aldeadas (etnias tupiniquim e guarani) no município de Aracruz, ES. 2011. 92 f. Dissertação (Mestrado em Clínica Odontológica) - Universidade Federal do Espírito Santo, Centro de Ciências da Saúde.
Resumo: A população indígena do município de Aracruz, ES compõe-se de duas etnias, Tupiniquim e Guarani. Até o presente momento não havia sido realizado nenhum levantamento acerca das condições de saúde bucal desta população. Com objetivo de conhecer a prevalência de fluorose dentária e oclusopatia da população infantil indígena aldeada do município de Aracruz, ES, realizou-se um estudo, descritivo, transversal, com abordagem quantitativa. A pesquisa foi aprovada pelo Comitê de ética da Universidade Federal do Espírito Santo (081/09), Comitê de ética nacional-CONEP (0524/2010) e Fundação Nacional do Índio (FUNAI). A amostra foi composta por 98 crianças, com faixa etária de 5 e 12 anos, sendo que 87,9% pertenciam à etnia Tupiniquim e 12,1% à etnia Guarani. Duas examinadoras foram previamente calibradas (kappa = 0,9 para maloclusão e 0,8 para fluorose). O índice de DEAN foi utilizado para avaliação da fluorose e, o Índice de Estética Dental (DAI) para oclusopatia aos 12 anos; já a análise da oclusopatia aos 5 anos seguiu os critérios da Organização Mundial de Saúde. Os resultados mostraram uma prevalência de fluorose dentária nos graus mais leves da doença de 26,8%. Houve ausência de oclusopatia em 45,6%, nas crianças de 5 anos, seguido por oclusopatia moderada 29,8% e leve 24,6%. Aos 12 anos, 78% dos avaliados não apresentaram oclusopatia, 9,8% com oclusopatia severa com tratamento altamente desejável e, 2,4% severa ou incapacitante. Concluiu-se que houve prevalência de oclusopatia e fluorose dentária aos 12 anos, porém nos níveis mais leves da doença. Todavia, no que concerne à prevalência de oculsopatia aos 5 anos, os resultados mostraram-se preocupantes, pois mais da metade encontram-se com algum tipo de oclusopatia nos níveis leve e moderado. Com isso, os resultados mostram a necessidade de acompanhamento com programas de prevenção para esta população, com intuito de melhorar e impedir a progressão destes agravos. Palavras-chave: maloclusão, fluorose dentária e índios
The indigenous population of the city of Aracruz is composed of two ethnic groups, tupiniquim and Guarani. Until the present moment, there was no survey conducted about the oral health status of this population. The aim of this study was to Know the prevalence of dental fluorosis and malocclusion of the indigenous village children population in the city of Aracruz, ES. It was conducted a descriptive, cross-sectional, quantitative approach study. It was approved by the ethical committee of the Federal University of Espírito Santo (081/09), National Committee on Ethics CONEP (0524/2010) and the National Indian Foundation. The sample was composed of 98 children with ages of 5 and 12 years, being 87.9% of Tupiniquim ethnic group and 12.1% Guarani ethnic group. Two examiners were previously calibrated (Kappa= 0.9 and 0.8 for malocclusion and fluorosis). The Dean Index was used to assess the dental fluorosis and the Dental Aesthetic Index (DAI) for malocclusion at 12 years, whereas the analyses of malocclusion at 5 years followed the critera of the World Health Organization. The results showed a prevalence of dental fluorosis in the milder degres of the disease 45.6%. There was a prevalence of normal occlusion of 45.6% in children at 5 years, followed by moderate 29.8% and mild 24.6%. At age 12, 78% of assessed showed normal occlusion, 9,8% severe with highly desirable treatment, and 2.4% severe or disabling. It was concluded that occurred prevalence of malocclusion and fluorosis at 12 years, however in the milder levels. Nevertheless, regarding the prevalence of malocclusion at 5 years, the results were concerning, because more than half are in some type of malocclusion in mild and moderate levels. Thus, the results showed the need for follow-up prevention programs for this population, aiming to reduce the progression of these diseases.
URI: http://repositorio.ufes.br/handle/10/8158
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