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Título: Ciclagem de Nutrientes em Fragmentos Florestais em Regeneração Pós-fogo no Norte do Estado do Espírito Santo, Brasil
Autor(es): MACHADO FILHO, C.
Orientador: MENEZES, L. F. T.
Data do documento: 5-Ago-2016
Editor: Universidade Federal do Espírito Santo
Citação: MACHADO FILHO, C., Ciclagem de Nutrientes em Fragmentos Florestais em Regeneração Pós-fogo no Norte do Estado do Espírito Santo, Brasil
Resumo: A ciclagem de nutrientes é fundamental para a manutenção das florestas e a dinâmica sussecional depende da qualidade do material e do tempo de ciclagem dos mesmos. Um dos fatores que afetam drasticamente o equilíbrio da ciclagem em sistemas florestais é o fogo, que modifica a composição florística, qualidade e o tempo do material ciclado. Nós avaliamos a ciclagem de nutrientes em dois fragmentos de floresta de tabuleiros com tempos distintos de regeneração pós-fogo para testar a hipótese de que quanto maior o tempo melhor a qualidade química do material e menor é a deposição de material deciduo. Demarcamos 5 parcelas (25x25m) na Rebio Sooretama (SO) com 17 anos de regeneração pós-fogo e 5 parcelas na ReBio Córrego do Veado (CV), com 28 anos de regeneração. Instalamos 30 coletores de 0,49 m² em cada área e o material depositado foi recolhido mensalmente de dezembro de 2014 a novembro 2015, seco em estufa a 65°C e triado em folhas, galhos, flores e refugo. Observamos que a deposição de serapilheira total (2,98 ± 0,78 t/ha/ano em CV e 3,5 ± 1,31 t/ha/ano em SO) não apresentou diferença significativa entre as áreas e não ocorreu distribuição homogênea na produção de serapilheira durante o ano, porém ambas tiveram a maior deposição ocorrida durante o período mais seco (setembro a novembro). Esse comportamento se repetiu para os macronutrientes nas duas áreas, não ocorrendo diferença significativa, com exceção de fósforo, com valores 0,42 ± 0,03 g/Kg para CV e 0,31 ±0,02 g/kg para SO. A taxa de decomposição foi maior em SO, com o percentual de matéria seca remanescente após 210 dias de 67,1% e de 73,5% para CV. O valor estimado da constante K de decomposição foi de 0,0013 em CV e 0,0017 em SO e o tempo de meia vida foi de 533 dias para CV e 408 dias para SO. A análise de dados apresenta similaridade no valor de deposição de serapilheira e na qualidade nutricional do material decíduo, com discrepância basicamente no tempo de decomposição do material e no macronutriente fósforo, vi demostrando que no trecho estudado o tempo de regeneração acima de 17 anos pouco influencia nos processos de sucessão, em nível de ciclagem de nutrientes. Palavras Chaves: Pós-fogo, Ciclagem de Nutriente, Mata de Tabuleiro.
URI: http://repositorio.ufes.br/handle/10/8267
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