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Título: Chuva de sementes e banco de plântulas em fragmentos de floresta de tabuleiro com tempos distintos de regeneração pós-fogo no Espírito Santo
Autor(es): COVRE, C.
Orientador: NASCIMENTO, M. T.
Palavras-chave: Mecanismos de regeneração
Mata Atlântica
Rebio Córrego do
Data do documento: 5-Ago-2016
Editor: Universidade Federal do Espírito Santo
Citação: COVRE, C., Chuva de sementes e banco de plântulas em fragmentos de floresta de tabuleiro com tempos distintos de regeneração pós-fogo no Espírito Santo
Resumo: A chuva de sementes e o banco de plântulas são importantes mecanismos de regeneração natural das florestas tropicais. Em virtude da carência de estudos abordando esses mecanismos na Mata Atlântica de Tabuleiros do Espirito Santo foi feita à pergunta: Como é a chuva de sementes e o banco de plântulas em trechos com diferentes idades de regeneração pós-fogo? Para isso foram selecionados dois trechos em regeneração pós fogo: um com 17 anos de regeneração na Reserva Biológica de Sooretama e outro trecho de 28 anos na Reserva Biológica do Córrego do Veado. Foram utilizadas cinco parcelas (25 x 25 m) por trecho e em cada uma foram instalados seis coletores circulares (0,49 m²). Para o banco de plântulas, em cada parcela foram alocadas seis sub-parcelas com 2 x 1 m onde os indivíduos entre 5 e 50 cm de altura foram contados, medidos e identificados. Na chuva de sementes, as famílias com maior número de espécies foram Bignoniaceae, Fabaceae e Sapindaceae. No trecho de 17 anos foram coletados diásporos de 22 espécies, com menor diversidade e uniformidade que o trecho de 28 anos (26 espécies). No geral, houve predominância de espécies anemocóricas (57,1%) e lianas (62,8%). O banco de plântulas foi formado por 191 indivíduos, as famílias com maior riqueza de espécies foram Fabaceae, Sapindaceae e Bignoniaceae. As 93 plântulas do trecho de 17 anos compreenderam 38 espécies (H= 2,95 e J= 0,81), por outro lado, as 98 plântulas do trecho de 28 anos compreenderam 41 espécies (H= 3,48 e J= 0,89). O banco de plântulas é composto por formas de vida arbóreo (61,1%), principalmente por espécies do local, com grande representatividade de espécies secundárias 84,6% e espécies zoocóricas (45,2%). As análises de similaridade de espécies indicaram que as composições florísticas desses trechos são distintas. No período de estudo, observou-se que espécies dos próprios trechos atuaram como principais fontes de propágulos ou são as principais espécies estabelecidas no estrato regenerante. Mesmo após 17-28 anos da queimada e com mecanismos de regeneração operando no processo de recuperação das áreas, ainda estão em fase inicial de sucessão, apresentando valores de riqueza, diversidade e similaridade de espécies bem distintos do observado em uma mata madura.
URI: http://repositorio.ufes.br/handle/10/8268
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