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Título: Estrutura de comunidade de macroalgas ao longo do gradiente salino no manguezal do estuário do rio São Mateus, ES, Brasil
Autor(es): SANTOS, N. H. S.
Orientador: ARAUJO, A. G. A.
Data do documento: 18-Ago-2016
Editor: Universidade Federal do Espírito Santo
Citação: SANTOS, N. H. S., Estrutura de comunidade de macroalgas ao longo do gradiente salino no manguezal do estuário do rio São Mateus, ES, Brasil
Resumo: O presente estudo tem como objetivo, contribuir com o conhecimento da comunidade de macroalgas aderidas a rizóforos no manguezal do estuário do rio São Mateus, através do levantamento da ficoflora e da estrutura de comunidade pelos atributos de composição taxonômica, frequência de ocorrência, riqueza de táxons, diversidade e equitabilidade. Foram realizadas amostras trimestrais entre 2015 e 2016. Quatro pontos foram amostrados ao longo do estuário. Em cada ponto foram analisados cinco rizóforos, sendo cada um subdividido em três regiões: inferior, mediana e superior, amostradas com um quadrado de 10x10cm em sua superfície. Neste estudo foram identificadas 10 espécies, sendo sete representantes da divisão Rhodophyta e três da divisão Chlorophyta. Pôde-se observar a associação comum ao manguezal: o Bostrychietum. O resultado do PCoA demonstrou a distribuição de algumas espécies em relação aos diferentes gradientes de salinidade. A análise de Permanova mostrou que não houve diferenciação clara entre os estratos dos rizóforos (Superior, Médio e Inferior). O resultado do IndVal mostrou a preferência de substrato da espécie Bostrychia calliptera. A ANOVA constatou que a comunidade respondeu de forma diferente a variação dos níveis de salinidade nos pontos amostrais apresentavam, mostrando que o último ponto amostral, de menor salinidade, foi o que mais se diferenciou dos demais. O resultado do IndVal para a associação das espécies a alta ou baixa salinidade mostrou que Bostrychia montagnei apresentou maior relação com a alta salinidade e que os representantes do gênero Rhizoclonium apresentaram uma preferência pelas áreas com baixa salinidade. A análise de cluster evidenciou que existe uma diferenciação entre os pontos amostrais, agrupando o ponto 1 ao ponto 2, e o ponto 3 ao ponto 4. Este trabalho mostra-se relevante para o conhecimento da ficoflora bentônica associada ao ecossistema manguezal. Considerando que a área estudada está inserida em uma área de preservação ambiental. Palavras-chave: Bostrychietum, macroalgas,salinidade, manguezal, Espírito Santo.
URI: http://repositorio.ufes.br/handle/10/8275
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