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Título: DESENVOLVIMENTO, CARACTERÍSTICAS MORFOANATÔMICAS E ECOFISIOLÓGICAS DE Aphelandra nitida Ness & Mart. (ACATHACEAE)
Autor(es): ZOTTELE, L.
Orientador: FALQUETO, A. R.
Coorientador: AOYAMA, E. M.
Data do documento: 22-Fev-2017
Editor: Universidade Federal do Espírito Santo
Citação: ZOTTELE, L., DESENVOLVIMENTO, CARACTERÍSTICAS MORFOANATÔMICAS E ECOFISIOLÓGICAS DE Aphelandra nitida Ness & Mart. (ACATHACEAE)
Resumo: Neste estudo foi avaliada a propagação sexuada e vegetativa, o desenvolvimento pós-seminal, e as características morfoanatômicas e ecofisiológicas de Aphelandra nitida submetidas a diferentes gradientes de sombreamento. Para isso, os frutos, sementes e as estacas caulinares foram obtidos na Mata de Restinga localizada no bairro Liberdade, São Mateus-ES. Foram analisadas a biometria e morfologia dos frutos e sementes, e realizados testes de germinação em diferentes substratos. A propagação vegetativa da espécie foi realizada com diferentes tipos de estacas em substrato vermiculita. Após a formação de mudas por propagação vegetativa, estas foram transferidas para estrutura cobertas com telas em diferentes condições de sombreamento, no qual após o término do experimento foram avaliadas as características morfoanatômicas e ecofisiológicas foliares. O fruto consiste em uma cápsula loculicida constituída por duas valvas, que se abrem liberando as sementes. A concentração de hipoclorito de sódio a 5% por 30 minutos é o mais indicado para desinfestação das sementes. Quanto ao substrato, é recomendado a utilização do substrato sobre papel para a germinação da espécie. As informações sobre o desenvolvimento pós-seminal principalmente os caracteres foliares, reforçam as características encontradas nas plantas adultas, sendo estas características morfológicas de grande importância para auxiliar os estudos taxonômicos e interpretar testes de germinação. Os resultados de propagação vegetativa evidenciaram que as estacas basais são as mais indicadas para propagação da espécie, não sendo encontradas barreiras anatômicas que dificultam o enraizamento em nenhum dos tipos de estacas. As condições de sombreamento aos quais as plantas foram submetidas influenciaram fortemente os parâmetros avaliados. As plantas mostraram-se tolerantes ao pleno sol, observando alterações no aparato fotossintético como a redução na eficiência fotoquímica, sendo compensada por uma maior dissipação de calor e investindo em adaptações estruturais, como a redução da área foliar, aumento na espessura do parênquima paliçádico, aumento na densidade estomática e compostos lipídicos no mesofilo. Os resultados do presente trabalho ressaltam a importância de estudos básicos para o entendimento dos mecanismos envolvidos na forma de propagação, tipo de reserva das sementes, desenvolvimento e plasticidade fenotípica das espécies frente às condições ambientais.
URI: http://repositorio.ufes.br/handle/10/8281
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