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dc.contributor.advisorBERNILS, R. S.
dc.date.accessioned2018-08-01T23:27:09Z-
dc.date.available2018-08-01
dc.date.available2018-08-01T23:27:09Z-
dc.identifier.citationBARBOSA, K. F., As serpentes e o Rio Doce: que papel um grande rio pode representar na distribuição atual de animais ao longo do eixo norte-sul da Mata Atlântica?por
dc.identifier.urihttp://repositorio.ufes.br/handle/10/8289-
dc.publisherUniversidade Federal do Espírito Santopor
dc.titleAs serpentes e o Rio Doce: que papel um grande rio pode representar na distribuição atual de animais ao longo do eixo norte-sul da Mata Atlântica?por
dc.typemasterThesisen
dc.contributor.memberGASPARINI, J. L. R.
dc.contributor.memberARAUJO, A. G. A.
dcterms.abstractA Biogeografia tem como objetivo descrever a distribuição dos organismos no planeta e explicar as configurações espaciais detectadas; é um campo de investigação interdisciplinar que se dedica à difícil tarefa de compreender por que os táxons são encontrados em determinadas áreas e não em outras, examinando as causas históricas e ecológicas da distribuição dos organismos, em especial eventos como expansão de área de distribuição, dispersão, vicariância e extinção. As barreiras mais citadas na literatura biogeográfica são: cadeias montanhosas, descontinuidades vegetacionais e grandes corpos d'água, mas estabelecer os rios como barreiras geográficas é mais controverso. A fim de entender o papel do rio Doce na distribuição das serpentes Mata Atlântica foi levantado e mapeado um total de 7.124 registros de 74 táxons de Serpentes (espécies e subespécies) cuja distribuição inclui a bacia desse rio, a partir da literatura e de 20 coleções zoológicas. Após avaliação visual dos mapas obtidos, os 74 táxons puderam ser agrupados em cinco categorias: (I) com registros principalmente ao norte do rio; (II) com registros principalmente ao sul do rio; (III) com registros que parecem contornar a bacia do rio; (IV) com registros principalmente em áreas de baixa altitude ao norte e ao sul do rio; e (V) sem padrão detectado ou que não se enquadram nas categorias acima. Foram realizadas análises de PAE e de similaridade entre zonas selecionadas por contarem com maior número de registros de serpentes dentro da área estudada, mas os resultados não endossaram o reconhecimento de faunas distintas entre as metades norte e sul do rio Doce. Outros métodos poderão render resultados distintos, talvez corroborando o que essa simples avaliação visual dos mapas das espécies permitiu supor: a existência de biotas distintas que teriam o rio Doce como marcador geográfico, embora não propriamente como barreira.por
dcterms.creatorBARBOSA, K. F.
dcterms.formatapplication/pdfpor
dcterms.issued2017-04-03
dcterms.subjectRépteispor
dcterms.subjectSquamatapor
dcterms.subjectBrasilpor
dcterms.subjectMinas Geraispor
dcterms.subjectEspírito Santopor
dcterms.subjectCorpor
dc.publisher.countryBRpor
dc.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Biodiversidade Tropicalpor
dc.publisher.initialsUFESpor
dc.publisher.courseMestrado em Biodiversidade Tropicalpor
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