Use este identificador para citar ou linkar para este item: http://repositorio.ufes.br/handle/10/8303
Título: EFEITO DO SELÊNIO (Se) SOBRE O APARATO FOTOSSINTÉTICO DE Billbergia zebrina (HERBERT) LINDLEY (BROMELIACEAE) IN VITRO E SUA AÇÃO ATENUANTE FRENTE AO ESTRESSE POR ZINCO (Zn)
Autor(es): SOUZA, A. F. C.
Orientador: FALQUETO, A. R.
Palavras-chave: bromélia
fluorescência da clorofila a
aparato fotossintéti
Data do documento: 27-Fev-2018
Editor: Universidade Federal do Espírito Santo
Citação: SOUZA, A. F. C., EFEITO DO SELÊNIO (Se) SOBRE O APARATO FOTOSSINTÉTICO DE Billbergia zebrina (HERBERT) LINDLEY (BROMELIACEAE) IN VITRO E SUA AÇÃO ATENUANTE FRENTE AO ESTRESSE POR ZINCO (Zn)
Resumo: Apesar dos efeitos benéficos, o selênio (Se) não é um elemento essencial para as plantas e seus mecanismos de ação ainda não estão claros. O zinco (Zn), por sua vez, é um micronutriente essencial envolvido em várias funções celulares. O excesso de Zn pode ser tóxico para as plantas e o Se, por meio de diferentes mecanismos de desintoxicação, tem sido citado como um atenuante aos efeitos deletérios de fatores abióticos como os metais pesados. Neste contexto, propô-se caracterizar a ação do Se sobre o aparato fotossintético de Bilbergia zebrina (Herbert) Lindley e sua potencial ação atenuante frente ao excesso e escassez de Zn in vitro. No primeiro experimento, brotos laterais de B. zebrina foram cultivados em meio MS com diferentes concentrações de Se (0, 2, 4 e 16 μM). Avaliou-se, após 75 dias, a concentração de pigmentos fotossintéticos, produção de biomassa e fluorescência de clorofila a. Esse estudo demonstrou que, em baixas concentrações (4 μM), o Se aumenta capacidade potencial de conservação de energia do aparato fotossintético, mantém as reações de transporte de energia do FSII e melhora a dinâmica de transporte de elétrons entre o intersistema e o FSI. Ainda assim, observou-se que B. zebrina não tolera concentrações iguais ou superiores a 16 μM de Se, apresentando reduções no crescimento, conteúdo de pigmentos fotossintéticos e prejuízo ao aparato fotossintético. No segundo experimento, brotos laterais de B. zebrina foram cultivados em meio MS com diferentes concentrações de Zn isoladas (0, 30 e 300 μM) e combinadas com 4μM de Se (0+Se, 30+Se e 300+Se μM), definida a partir do primeiro experimento. Novamente, Após 75 dias, avaliou-se o estado nutricional das amostras, a concentração de pigmentos fotossintéticos e a fluorescência de clorofila a. Este estudo demonstrou que o Se confere ao aparato fotossintético de B. zebrina a capacidade de melhorar o aproveitamento de energia, estabilizando a dinâmica de absorção, captura e transporte. Assim, independente da escassez ou excesso de Zn, o Se protege as funções do FSII. Ainda, de acordo com o teste JIP, a absorção de Zn proporcional às concentrações utilizadas, não causou interferências significativas na funcionalidade ou estrutura do aparato fotossintético. Dessa forma, pode-se considerar que a espécie B. zebrina exiba eventual capacidade para acumulação de Zn, apresentando, dessa forma, potenciais características para biomonitoramento.
URI: http://repositorio.ufes.br/handle/10/8303
Aparece nas coleções:PPGBT - Dissertações de Mestrado

Arquivos associados a este item:
Arquivo Descrição TamanhoFormato 
tese_11696_94 - ANDRÉ FELIPE.pdf1.22 MBAdobe PDFVisualizar/Abrir


Os itens no repositório estão protegidos por copyright, com todos os direitos reservados, salvo quando é indicado o contrário.