Use este identificador para citar ou linkar para este item: http://repositorio.ufes.br/handle/10/8347
Título: Avaliação da influência do acompanhamento farmacoterapêutico e da terapia insulínica sobre a qualidade de vida, adesão ao tratamento e estresse oxidativo em pacientes com Diabetes Mellitus Tipo 2
Autor(es): MERIGUETE, A. M. L.
Orientador: GONCALVES, R. C. R.
Coorientador: BEM, D. A. M. G.
Data do documento: 29-Jun-2018
Editor: Universidade Federal do Espírito Santo
Citação: MERIGUETE, A. M. L., Avaliação da influência do acompanhamento farmacoterapêutico e da terapia insulínica sobre a qualidade de vida, adesão ao tratamento e estresse oxidativo em pacientes com Diabetes Mellitus Tipo 2
Resumo: As práticas de Atenção Farmacêutica no Brasil estão estruturadas de forma a promover a adesão à terapia e qualidade de vida, especialmente relevantes no contexto do diabetes mellitus tipo 2 (DM2), que representa um crescente problema de saúde pública mundial. Trata-se de uma desordem metabólica crônica caracterizada pelo aumento no estresse oxidativo, que é relacionado ao aparecimento das suas principais complicações. O DM2 está relacionado à tratamentos longos e complexos, que somado a presença de comorbidades e complicações interferem negativamente sobre a capacidade de cumprimento da terapia. Há relatos na literatura de que a aplicação dos serviços de atenção farmacêutica trouxe benefícios sobre o controle metabólico e melhora da adesão à terapia de indivíduos com diabetes tipo 2. Neste trabalho foi avaliado se o acompanhamento farmacoterapêutico realizado por seis meses em pacientes com diabetes mellitus tipo 2 interfere no controle metabólico, adesão ao tratamento, qualidade de vida e em níveis de espécies pró e antioxidantes, além da influência da terapia com insulina sobre esses parâmetros. A coleta dos dados foi realizada antes e após os seis meses de acompanhamento. 75 pacientes completaram o estudo, 44 indivíduos no grupo sem insulinoterapia e 31 no grupo em utilização de insulina. Após o acompanhamento, foi observada uma melhora significativa da adesão ao tratamento nos dois grupos avaliados. De forma semelhante, houve incremento estatisticamente significante nas pontuações dos domínios de qualidade de vida, exceto para o domínio físico do grupo com insulinoterapia. Nos parâmetros de estresse oxidativo avaliados, houve uma diminuição dos níveis de óxido nítrico em ambos grupos e aumento da concentração de superóxido dismutase para o grupo com insulinoterapia. Estes resultados mostram que o acompanhamento farmacoterapêutico proposto influenciou positivamente na adesão à terapia, qualidade de vida e nos níveis de estresse oxidativo e, portanto, pode contribuir para postergar o aparecimento das principais complicações crônicas da doença. Palavras-chave: Atenção farmacêutica, adesão medicamentosa, qualidade de vida, óxido nítrico, superóxido dismutase.
URI: http://repositorio.ufes.br/handle/10/8347
Aparece nas coleções:PPGCFAR – Dissertações de Mestrado

Arquivos associados a este item:
Arquivo Descrição TamanhoFormato 
tese_12307_Dissertação Preliminar - Angélica Marchesi Lira Meriguete.pdf793.52 kBAdobe PDFVisualizar/Abrir


Os itens no repositório estão protegidos por copyright, com todos os direitos reservados, salvo quando é indicado o contrário.