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dc.contributor.advisorSANTOS, M. F. P.
dc.date.accessioned2018-08-01T23:29:05Z-
dc.date.available2018-08-01
dc.date.available2018-08-01T23:29:05Z-
dc.identifier.citationLIMA, L. A. S., DESENVOLVIMENTO DE METODOLOGIA DE PREPARO DE MICROEMULSÃO DE PETRÓLEO DO TIPO ÁGUA EM ÓLEO POR APLICAÇÃO DE ONDAS ULTRASSÔNICASpor
dc.identifier.urihttp://repositorio.ufes.br/handle/10/8427-
dc.publisherUniversidade Federal do Espírito Santopor
dc.titleDESENVOLVIMENTO DE METODOLOGIA DE PREPARO DE MICROEMULSÃO DE PETRÓLEO DO TIPO ÁGUA EM ÓLEO POR APLICAÇÃO DE ONDAS ULTRASSÔNICASpor
dc.typemasterThesisen
dc.contributor.memberSIQUEIRA, R. N.
dc.contributor.memberLACERDA Jr., V.
dcterms.abstractDevido aos efeitos indesejáveis das emulsões na indústria do petróleo, há um grande esforço na investigação da estabilidade das emulsões água-óleo (A/O) para serem desenvolvidas estratégias de desestabilização e, consequentemente, separação das fases, bem como todos os parâmetros que influenciam na sua formação. Devido a essa demanda de informações, o presente trabalho investigou a aplicação do ultrassom (US) na síntese de emulsões de petróleo A/O estáveis e a influência dos parâmetros de processo, isto é, tempo de sonificação, amplitude, volume processado e fração volumétrica da fase dispersa, nas propriedades da emulsão, principalmente na viscosidade da emulsão e diâmetro de gota. Inicialmente, para otimização do método, utilizou-se como fase contínua um petróleo ºAPI 22,3 e fase dispersa água salina (60 g/L), com fração volumétrica de 10 e 20%. Foram preparados volumes de 100 e 200 mL, para diferentes tempos de exposição (1, 3 e 5 minutos) e intensidades (20, 30 e 40%) do US, numa frequência de 24 kHz, avaliando as mesmas com base na distribuição de tamanho de gota (DTG) e viscosidade dinâmica. Por fim, avaliou-se a influência das características do petróleo aplicando a metodologia para uma outra amostra de petróleo, ºAPI 35,2, dentro das mesmas condições iniciais. O estudo evidenciou a capacidade do ultrassom de formar emulsões A/O estáveis com uma DTG polidispersa. O aumento no tempo de exposição aumenta a potência dissipada no sistema, formando gotas menores e com uma DTG mais uniforme, tendendo a uma distribuição normal com diâmetro médio volumétrico (D0,5) igual a 0,1 μm. Volumes menores e frações volumétricas mais baixas, 100 mL e 10% de água, proporcionaram uma maior absorção da energia acústica, conduzindo a formação de emulsões mais finas. Conclui-se então que a técnica de ultrassom constitui uma válida alternativa no processo de síntese de emulsões A/O, podendo auxiliar estudos futuros de escoamento de emulsões na produção de petróleo.por
dcterms.creatorLIMA, L. A. S.
dcterms.formatapplication/pdfpor
dcterms.issued2016-08-08
dc.publisher.countryBRpor
dc.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Energiapor
dc.publisher.initialsUFESpor
dc.publisher.courseMestrado em Energiapor
dc.contributor.advisor-coVICENTE, M. A.
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