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Título: CONTRIBUIÇÕES PARA O ESTUDO DA PIRÓLISE DA CASCA DE EUCALIPTO
Autor(es): RODRIGUES. L.D.
Orientador: LIRA, T. S.
Coorientador: XAVIER, T. P.
Data do documento: 23-Mar-2018
Editor: Universidade Federal do Espírito Santo
Citação: RODRIGUES. L.D., CONTRIBUIÇÕES PARA O ESTUDO DA PIRÓLISE DA CASCA DE EUCALIPTO
Resumo: A busca por fontes energéticas de origem renovável, sustentável e de baixo custo, tem estimulado o desenvolvimento de processos capazes de transformar biomassa em produtos substituintes dos derivados de petróleo. A pirólise é uma alternativa viável, capaz de converter a biomassa lignocelulósica em produtos sólidos (carvão), líquidos (bio-óleo) e gasosos, sendo que o rendimento destes três produtos é altamente influenciado pelo tipo de reator, pelas características da biomassa e pelas condições operacionais do processo. A plantação de eucalipto se destaca no Brasil e no mundo, e sua produtividade é de aproximadamente 6 e 145 milhões, respectivamente. Com essa grande produção, gera-se também muitos resíduos: casca, galhos e folhas, e a maior parte desses rejeitos é descartada. Assim, o presente trabalho teve como objetivo o estudo da pirólise da casca de eucalipto, visando o aproveitamento desse resíduo na sua aplicação industrial. Inicialmente, determinaram-se algumas propriedades químicas a fim de caracterizar a casca de eucalipto utilizada neste trabalho. A partir dos dados de termogravimetria e de modelos cinéticos isoconvensionais, a energia de ativação global da reação de pirólise da casca de eucalipto foi estimada em:146,65 kJ.mol-1 (Ozawa), 137,00 kJ.mol-1 (K-A-S), 136,46 kJ.mol-1 (Starink) e 133,02 kJ.mol-1 (Kissinger), sendo estes valores similares aos encontrados na literatura. Em seguida, foram realizadas pirólises da casca de eucalipto em leito fixo, seguindo um planejamento experimental 32 com dois pontos centrais, tendo como variável resposta o rendimento de líquido em função da temperatura e do diâmetro das partículas. Os maiores valores de rendimentos da fração líquida foram na temperatura e tamanhos intermediários de experimentos, 873 K e 1,40 mm. Com relação à composição do bio-óleo, a maior porcentagem é de compostos fenólicos e ácidos, provenientes da lignina e extrativos, respectivamente. Palavras-chave: Pirólise. Bio-óleo. Casca de eucalipto. Rendimento. Modelos cinéticos
URI: http://repositorio.ufes.br/handle/10/8454
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