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Título: A arte em redes sociais: práticas de pós-produção de Anne Horel e Petra Cortright
Autor(es): LEONARDO, G. B.
Orientador: LIMA, F. L. M.
Palavras-chave: Arte
Desmaterialização
Internet
Pós-produção
Redes socia
Data do documento: 14-Jul-2017
Editor: Universidade Federal do Espírito Santo
Citação: LEONARDO, G. B., A arte em redes sociais: práticas de pós-produção de Anne Horel e Petra Cortright
Resumo: Esta dissertação propõe-se investigar e explicar a arte em redes sociais e como ela é utilizada nesses ambientes de trocas online, ao juntar práticas da teoria de pós-produção, proposta por Nicholas Bourriaud, com o universo de dados pré-existentes e em constante reformatação pelos próprios usuários desses aplicativos, cujo volume de dados áudio-vídeo-imagético-textuais é impossível de ser mensurado. Analisa as transformações pelas quais a arte passou desde o período oitocentista, que valorizava a fisicalidade do objeto artístico, até seu aspecto e feitura por aparelhos digitais, começando pelas vanguardas artísticas do início do século passado até culminar na arte contemporânea feita com o auxílio de computadores, principalmente a partir da década de oitenta com a web arte, a net arte e a evolução da web 2.0, que permitiu o compartilhamento massificado de conteúdo. Apresenta um estudo de caso de duas obras de Anne Horel e Petra Cortright, e entrevistas dos também artistas Scorpion Dagger e Ailadi Corteletti, para reafirmar discussões teóricas sobre a arte produzida em rede e sua validade diante da negativa de importantes instituições em exibir e enunciá-la, fato comprovado pela análise de conteúdo de quatro importantes perfis selecionados no Instagram e na contramão da proposta educacional intrínseca a esses locais, tanto no espaço expositivo quanto em suas ramificações na internet. Examina os porquês da resistência de tais instituições à arte digital e nas redes sociais devido ao seu fator de comerciabilidade restrita, porém exequível, diferente do padrão atual, no qual obras físicas e tangíveis são compradas e o mercado é regulado por aqueles que detêm posse dos objetos em circulação. Ao fim, aborda e debate aspectos a serem considerados para que uma educação em arte contemporânea seja mais ampla e acolha esse atualíssimo ramo de prática artística, tão relevante quanto os anteriores à era digital, no qual a sociedade e seus modos de produção cultural estão inseridos. Palavras-chave: Arte. Desmaterialização. Internet. Pós-produção. Rede.
URI: http://repositorio.ufes.br/handle/10/8499
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