Use este identificador para citar ou linkar para este item: http://repositorio.ufes.br/handle/10/8529
Registro completo de metadados
Campo DCValorIdioma
dc.contributor.advisorOLIVEIRA, E. C.
dc.date.accessioned2018-08-01T23:31:09Z-
dc.date.available2018-08-01
dc.date.available2018-08-01T23:31:09Z-
dc.identifier.citationFERREIRA, M. J. R., INTERDIÇÕES E RESISTÊNCIAS: OS DIFÍCEIS PERCURSOS DA ESCOLARIZAÇÃO DAS MULHERES NA EPTpor
dc.identifier.urihttp://repositorio.ufes.br/handle/10/8529-
dc.publisherUniversidade Federal do Espírito Santopor
dc.titleINTERDIÇÕES E RESISTÊNCIAS: OS DIFÍCEIS PERCURSOS DA ESCOLARIZAÇÃO DAS MULHERES NA EPTpor
dc.typedoctoralThesisen
dc.contributor.memberEGGERT, E.
dc.contributor.memberPINTO, A. H.
dc.contributor.memberGerda Margit Schutz Foerste
dc.contributor.memberFERREIRA, E. B.
dcterms.abstractO estudo problematiza os percursos formativos das estudantes do Programa Nacional Mulheres Mil matriculadas no Programa Nacional de Integração da Educação Profissional com a Educação Básica na Modalidade de Educação de Jovens e Adultos do Instituto Federal do Espírito Santo Campus Vitória. Toma como base teórica os Estudos Feministas nas interfaces com a produção do campo da Educação de Jovens e adultas/os e do Trabalho e Educação e metodologicamente, nos apropriamos dos aportes da pesquisa qualitativa e da história oral, com o enfoque nas histórias de vida. Como ferramentas, utilizamos do grupo de discussão e das entrevistas com 10 educandas. Os resultados apontaram que elas enfrentam problemas de ordem socioeconômica e aqueles advindos das relações de gênero, como também, dificuldades para acompanhar as demandas da escola. As dificuldades de aprendizagem são explicitadas pelo longo período fora da escola; pela persistência de uma cultura escolar e de práticas pedagógicas que não levam em consideração as especificidades das/os sujeitas/os da EJA. Os obstáculos decorrentes também das relações sociais de gênero impactam seus processos de escolarização. A persistência da desigualdade sexista no âmbito privado reflete no espaço educacional, na medida em que esses obstáculos permeiam a inserção, a permanência e o êxito escolar delas; o que incide também na sua inserção no mercado de trabalho, levando-as a desempenharem atividades similares àquelas que já realizam no espaço reprodutivo e que perpetuam a divisão sexual do trabalho. As funções exercidas na conjugalidade e na maternidade, acrescida da existência de discriminação desse segmento estudantil, no espaço escolar, indicaram que os seus processos formativos, decorrem mais de sua força de vontade, resistência e autodeterminação, que das condições objetivas da Instituição, mesmo considerando as ações políticas de vigília e de resistência do Colegiado do Proeja. Em face dos resultados apontados, e apesar das interdições sofridas nos seus percursos de vida, defendemos que as ofertas dos dois Programas, na perspectiva da interseccionalidade, contribuem para o empoderamento e para a emancipação das mulheres.por
dcterms.creatorFERREIRA, M. J. R.
dcterms.formatapplication/pdfpor
dcterms.issued2017-09-15
dcterms.subjectEstudos Feministaspor
dcterms.subjectProejapor
dcterms.subjectPrograma Mulheres Milpor
dcterms.subjectEscolarizpor
dc.publisher.countryBRpor
dc.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Educaçãopor
dc.publisher.initialsUFESpor
dc.publisher.courseDoutorado em Educaçãopor
Aparece nas coleções:PPGE - Teses de doutorado

Arquivos associados a este item:
Arquivo Descrição TamanhoFormato 
tese_11460_Tese - Maria José de Resende Ferreira.pdf4.58 MBAdobe PDFVisualizar/Abrir


Os itens no repositório estão protegidos por copyright, com todos os direitos reservados, salvo quando é indicado o contrário.