Use este identificador para citar ou linkar para este item: http://repositorio.ufes.br/handle/10/9046
Título: Pensamentos negativos de carreira e aspectos psicológicos relacionados à satisfação com os resultados alcançados na vida e na carreira
Autor(es): Silva, Marcelo Zanotti da
Orientador: Andrade, Alexsandro Luiz de
Palavras-chave: cognições
autoavaliação
adaptabilidade
carreira
positivo
Data do documento: 19-Abr-2016
Editor: Universidade Federal do Espírito Santo
Resumo: ARTIGO 1. AVALIANDO PENSAMENTOS NEGATIVOS SOBRE A CARREIRA: O DESENVOLVIMENTO DE UMA MEDIDA (EPNC) RESUMO A presente pesquisa teve por objetivo desenvolver uma medida psicológica para avaliar a incidência de pensamentos negativos a respeito da carreira. O estudo foi realizado em uma amostra de 848 participantes com idade entre 18 e 45 anos (M = 24,97; DP = 5,22), sendo que 456 destes pertenciam ao sexo feminino (55,1%). A medida foi construída com base em material oriundo de outras escalas disponíveis e de entrevistas. A versão final da EPNC apresentou indicadores de validade e confiabilidade favoráveis ao seu uso, apresentando estrutura fatorial dividida em quatro fatores, sendo estes: Ansiedade e Insegurança de Decisão - AID (a = 0,92), Pessimismo de Carreira – PC (a = 0,86), Pessimismo de Mercado – PM (a = 0,79) e Custos para o Sucesso – CS (a = 0,84).
ARTIGO 2. CAPITAL PSICOLÓGICO POSITIVO NO TRABALHO, PENSAMENTOS NEGATIVOS E ADAPTABILIDADE DE CARREIRA: UM MODELO SOBRE RESULTADOS PERCEBIDOS RESUMO Esta pesquisa apresenta os resultados dos testes de dois modelos teórico-empíricos que associam aspectos psicológicos considerados favoráveis (i. e. Capital Psicológico Positivo no Trabalho e Adaptabilidade de Carreira) e desfavoráveis (i. e. Pensamentos Negativos de Carreira) ao desenvolvimento profissional, interagindo com aspectos de empregabilidade percebida, satisfação com a vida e a carreira, estes nomeados de Percepção de Resultados Alcançados (PRA). Os modelos foram submetidos a testes de invariância de acordo com as variáveis critério: sexo, satisfação com atividades atuais e vínculo empregatício (empregado público x privado). Duas amostras foram utilizadas, a primeira (G1) constituída de 189 estudantes universitários com média de idade de 21,44 anos (DP = 3,33), sendo que 65,1% destes pertenciam ao sexo feminino. A segunda (G2) foi composta por 312 empregados de nível superior completo com média de idade de 27,88 anos (DP = 5,19), sendo que 49% eram do sexo masculino. Indicadores de ajuste dos modelos foram favoráveis a adequação dos dados. Os resultados dos testes de invariância demonstraram que somente os grupos de homens e mulheres apresentaram diferenças nas relações preditivas hipotetizadas, em que homens apresentaram índices mais elevados de Capital Psicológico Positivo, enquanto mulheres se mostraram mais influenciadas pelos pensamentos negativos de carreira.
URI: http://repositorio.ufes.br/handle/10/9046
Aparece nas coleções:PPGP - Dissertações de mestrado



Os itens no repositório estão protegidos por copyright, com todos os direitos reservados, salvo quando é indicado o contrário.