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dc.contributor.advisorBERNARDINO, A. F.
dc.date.accessioned2018-08-01T23:42:33Z-
dc.date.available2018-08-01
dc.date.available2018-08-01T23:42:33Z-
dc.identifier.citationALMADA, G. V. M. B., IDENTIFICAÇÃO DE ÁREAS DE INTERESSE PARA A CONSERVAÇÃO DA BIODIVERSIDADE NA PORÇÃO PROFUNDA DA BACIA DE CAMPOS: FUNDAMENTO PARA UMA REDE DE ÁREAS PROTEGIDASpor
dc.identifier.urihttp://repositorio.ufes.br/handle/10/9115-
dc.publisherUniversidade Federal do Espírito Santopor
dc.titleIDENTIFICAÇÃO DE ÁREAS DE INTERESSE PARA A CONSERVAÇÃO DA BIODIVERSIDADE NA PORÇÃO PROFUNDA DA BACIA DE CAMPOS: FUNDAMENTO PARA UMA REDE DE ÁREAS PROTEGIDASpor
dc.typemasterThesisen
dc.contributor.memberRDG
dc.contributor.memberTURRA, A.
dc.contributor.memberJOYEUX, J.
dcterms.abstractO Brasil, como signatário da Convenção sobre a Diversidade Biológica, está comprometido com a meta de incluir, até o ano de 2020, pelo menos 10% da área marinha sob jurisdição nacional em um sistema representativo de áreas protegidas. Contudo, atualmente no Brasil as áreas marinhas protegidas representam apenas 1,5% do total. Este estudo tem o objetivo de identificar áreas de interesse para conservação da biodiversidade bentônica na porção profunda (profundidade > 200 m) da Bacia de Campos, principal bacia produtora de petróleo no Brasil. Empregando habitats bentônicos como proxies para a distribuição espacial da biodiversidade bentônica, definiu-se como meta de conservação representar 30% da área de cada habitat presente na área de interesse em uma rede de áreas protegidas ecologicamente conectadas. A caracterização dos habitats bentônicos foi elaborada a partir de um esquema hierárquico, empregando surrogates abióticos que exercem grande influência na distribuição espacial da biodiversidade no mar profundo: profundidade; geomorfologia, granulometria e teor de carbono orgânico do sedimento. Como resultado, 42 tipos de habitats foram mapeados na área de estudo, sendo 21 caracterizados por talude continental sedimentar; 11 por cânion submarino; 6 por recifes de corais de águas frias; e 4 por monte submarino. O aplicativo Marxan foi usado utilizado para fundamentar o design de uma rede de áreas marinhas protegidas que apresentasse sobreposição mínima com as áreas concedidas para exploração e produção de hidrocarbonetos na Bacia de Campos, aplicando-se 3 cenários: 1 - sem restrições espaciais para o posicionamento das áreas protegidas; 2 - restringindo o posicionamento das áreas protegidas nas áreas concedidas à indústria do petróleo; e 3 - restringindo o posicionamento das áreas protegidas apenas em um raio de 5 km ao redor das plataformas de produção de petróleo e/ou gás natural. Ainda, no cenário 3, a diversidade da macrofauna foi utilizada como um critério secundário para o posicionamento das áreas protegidas, de modo a favorecer a seleção de áreas com maior diversidade. No cenário 1 foi atingida a meta de representação (30% da área) para todos os 42 habitats, mas a sobreposição das áreas protegidas com as áreas concedidas atingiu 60% da área total concedida dentro da área de estudo. No cenário 2 não houve sobreposição das áreas protegidas com as áreas concedidas, mas 15 habitats foram representados aquém da meta de 30%. No cenário 3 todos os habitats atingiram a meta de representação, enquanto a sobreposição com as áreas concidedas foi reduzida para 5,5%, enquanto a área total protegida foi de 31,3% da área de estudo. O resultado do cenário 3 fundamentou a proposição de uma rede de áreas marinhas protegidas, que pode ser um utilizada como ponto de partida para sua efetiva criação pelas autoridades brasileiras, preferenciamente de forma participativa, para potencializar seus benefícios ecológicos e sociais.por
dcterms.creatorALMADA, G. V. M. B.
dcterms.formatapplication/pdfpor
dcterms.issued2016-08-15
dc.publisher.countryBRpor
dc.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Oceanografia Ambientalpor
dc.publisher.initialsUFESpor
dc.publisher.courseMestrado em Oceanografia Ambientalpor
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