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Campo DCValorIdioma
dc.contributor.advisorSOARES, L. E.
dc.date.accessioned2018-08-01T23:43:53Z-
dc.date.available2018-08-01
dc.date.available2018-08-01T23:43:53Z-
dc.identifier.citationSERRANO, A. L. M., Franz Kafka e Os Caluniados pela Indústria Culturalpor
dc.identifier.urihttp://repositorio.ufes.br/handle/10/9216-
dc.publisherUniversidade Federal do Espírito Santopor
dc.titleFranz Kafka e Os Caluniados pela Indústria Culturalpor
dc.typemasterThesisen
dc.contributor.memberCOTRIM, V. A.
dc.contributor.memberALVES, L. A. N.
dc.contributor.memberTREFZGER, F. S. P.
dc.contributor.memberSALGUEIRO, W. C. F.
dcterms.abstractRESUMO No início do romance O Processo, de Franz Kafka, alguém calunia e detém Josef K. mesmo que ele não tenha feito mal algum. Frente a essa situação, K. procura saídas dentro de seu processo, sem conseguir identificar quem seria esse alguém caluniador. No percurso, ele estabelece contato com outros personagens que são igualmente acusados por um tribunal inacessível. A calúnia que atinge o protagonista mostra-se como uma acusação contra a coletividade. Os funcionários do tribunal, que aparecem nos espaços sociais do cotidiano do trabalho à residência agem por toda parte contra K. e os acusados. Tendo isso em vista, pretendemos analisar os diálogos entre os acusados e Josef K., na perspectiva de desvendar os mecanismos de calúnia impessoal do tribunal kafkiano. Observamos que os escritos de Kafka, que datam das primeiras décadas do século XX, mantém sua atualidade ao perceberem elementos culturais que permanecem na sociedade capitalista contemporânea. O absurdo processo de Josef K. oferece uma abertura histórica para pensar os caluniados contemporâneos, tanto no âmbito do direito penal quanto no âmbito social da dominação de massas. O esquematismo de uma máquina de calúnias que identificamos como um fenômeno análogo ao da indústria cultural revela a violência que permeia as instituições do Estado de direito, e que se oferecem à crítica de sustentarem uma igualdade jurídica formal, uma ficção da sociedade burguesa. Na luta de classes, o tribunal decide acima da lei, a qual aparece como forma vazia, insubstancial, sem conteúdo, instrumentalizando essa mesma lei para decidir o destino das coletividades oprimidas, caluniando K. e os acusados de ontem e hoje. Palavras-chave: Franz Kafka. Indústria cultural. Lei. Calúnia.por
dcterms.creatorSERRANO, A. L. M.
dcterms.formatapplication/pdfpor
dcterms.issued2018-02-23
dc.publisher.countryBRpor
dc.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Letraspor
dc.publisher.initialsUFESpor
dc.publisher.courseMestrado em Letraspor
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