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Título: A QUESTÃO ANCESTRAL EM UM RIO CHAMADO TEMPO, UMA CASA CHAMADA TERRA, DE MIA COUTO
Autor(es): OLIVEIRA, T. C.
Orientador: OLIVEIRA, J. J.
Data do documento: 3-Mai-2018
Editor: Universidade Federal do Espírito Santo
Citação: OLIVEIRA, T. C., A QUESTÃO ANCESTRAL EM UM RIO CHAMADO TEMPO, UMA CASA CHAMADA TERRA, DE MIA COUTO
Resumo: A proposta desta dissertação é discutir em Um rio chamado tempo, uma casa chamada terra (2003), do escritor Mia Couto, a questão ancestral como um recurso estético de resgate da tradição, uma vez que a ancestralidade é base de vivência das culturas negro-africanas. Para tanto, o diálogo é estabelecido a partir de leituras sobre cultura na perspectiva afrocentrada e pan-africanista, com referência a Achille Mbembe e a outros teóricos, sobretudo, negros e africanos. A investigação exige buscar a conceituação acerca do termo ancestralidade, o que direciona a pesquisa para discussões por meio, principalmente, dos estudos realizados por Fábio Leite, Eduardo de Oliveira, Pe. Raul Altuna e Irene Dias de Oliveira. Nessa busca, reflexões em torno da Religião Tradicional Bantu, bem como sua estreita relação com a questão ancestral foram trazidas para a análise. O processo requer transitar pelos valores, pelos costumes, crenças e pela forma de ser e estar no mundo negro-africano com referência aos variados complexos culturais, em destaque aqui, à cultura bantu. Palavras-chave: Literatura moçambicana. Mia Couto. Ancestralidade. Tradição.
URI: http://repositorio.ufes.br/handle/10/9226
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