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Campo DCValorIdioma
dc.contributor.advisorQueiroz Do Ó Filho, Antônio Carlos-
dc.date.accessioned2018-08-01T23:45:44Z-
dc.date.available2018-08-01-
dc.date.available2018-08-01T23:45:44Z-
dc.identifier.urihttp://repositorio.ufes.br/handle/10/9333-
dc.publisherUniversidade Federal do Espírito Santopor
dc.subjectPaisagempor
dc.subjectImaginação espacialpor
dc.subjectCinemapor
dc.subjectCorpopor
dc.subjectLandscapeeng
dc.subjectSpatial imaginationeng
dc.subjectCinemaeng
dc.subjectBodyeng
dc.titleO que pode a paisagem? escalas intensivas e linhas afetivas e narrativas poéticas cinematográficas e...por
dc.typemasterThesisen
dc.subject.udc91-
dc.subject.br-rjbnPaisagens no cinemapor
dc.subject.br-rjbnCinema - Estéticapor
dc.subject.br-rjbnImaginaçãopor
dc.subject.br-rjbnGeografiapor
dcterms.abstractO que pode a paisagem? Essa é a questão que impulsiona o presente trabalho e que foi inspirada pela pergunta o que pode o corpo?, do filósofo Espinosa. Quando usamos o que pode, estamos lidando com uma questão de potência: uma abertura ao campo de variação da paisagem. Alinhados à perspectiva de produção contemp orânea do pensamento, no contexto do pós-estruturalismo, vemos que a Geografia, especialmente nos estudos pautados no pensamento deleuziano, tem se inserido cada vez mais em um movimento já realizado por outras ciências de compreender as imagens como uma linguagem privilegiada para dizer do mundo, participando intensamente de uma educação visual que afeta nossa experiência no/com o mundo. Nesse contexto, essa pesquisa se debruça sobre a dobra entre o Cinema e a Geografia, trazendo a linguagem cinematográfica como forma de problematizar o conceito de paisagem a partir das noções de escala, corpo, polissensorialidade e intensidade. Para isso, será analisado o filme A história da eternidade (2014), do diretor Camilo Cavalcante. Assim, pretendemos partir do tensionamento da concepção mais tradicional da paisagem (como representação, janela de contemplação à distância, exterioridade), fazendo ecoar as variações minoritárias que o filme coloca em questão para pensar em uma experiência paisagística de corpo inteiro.por
dcterms.abstractWhat can the landscape do? This is the question that pushes this work and that was inspired by the question “what can the body do?”, by the philosopher Espinosa. When we use the expression “what can”, we are dealing with a potential matter: an opening to the variation field of the landscape. Aligned to the expectations of the contemporary thought, in the context of post-structuralism, we see that Geography, especially on studies focused on the deleuzian thought, has been included more and more in a movement already accomplished by other sciences to comprehend the images as a privileged language to talk about the world, taking part intensively in a visual education that affects our experience on/with the world. In this context, this research looks into the folding between Cinema and Geography, bringing cinematographic language as a way to question the concept of landscape by the notions of scale, body, polisensorality and intensity. Hence, the movie “A história da eternidade” (2014), by the director Camilo Cavalcante, will be analysed. Therefore, we intend to tear the tension of the most traditional concept of landscape (as representation, window of distance contemplation, exteriority), echoing minorities variations that the movie puts in question to think about a landscape experience with the entire body.eng
dcterms.creatorZechinatto, Carolina Leardine-
dcterms.formatTextpor
dcterms.issued2017-03-06-
dcterms.languagepor-
dc.publisher.countryBRpor
dc.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Geografiapor
dc.publisher.initialsUFESpor
dc.subject.cnpqGeografia-
dc.publisher.courseMestrado em Geografiapor
dc.contributor.refereeCiccarone, Celeste-
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