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Título: A estética do irreal : considerações sobre a arte em Jean-Paul Sartre
Autor(es): Hoste, Vinicius Xavier
Orientador: Souza, Thana Mara de
Palavras-chave: Arte
Imagem
Alienação
Crítica
Tintoretto
Data do documento: 6-Mar-2017
Editor: Universidade Federal do Espírito Santo
Citação: HOSTE, Vinicius Xavier. A estética do irreal: considerações sobre a arte em Jean-Paul Sartre. 2017. 145 f. Dissertação (Mestrado em Filosofia) - Universidade Federal do Espírito Santo, Centro de Ciências Humanas e Naturais.
Resumo: Falar de arte no pensamento de Jean-Paul Sartre é entrar em um campo ambíguo, é transitar entre o imaginário e a percepção, entre o sentido e o significado, entre a crítica e a alienação. De fato, são justamente essas ambiguidades que abordaremos neste trabalho, não com o intuito de solucioná-las, mas a fim de mostrar como o filósofo francês utiliza-se delas para construir sua reflexão sobre a arte. Tentaremos, então, mostrar como toda obra de arte, mesmo sendo uma irrealidade, não exclui a dimensão perceptível. Em seguida, buscaremos elucidar o modo como essa dimensão irreal abre a possibilidade tanto de uma arte crítica quanto de uma arte alienante, mostrando, além disso, que essa oposição não se identifica com a distinção entre artes significantes e não-significantes. Por fim, buscaremos explicar como uma obra de arte pode manifestar concretamente sua crítica ou sua alienação, e que isso não deriva única e exclusivamente do artista, mas depende também da atitude do público.
Parler de l’art dans la pensée de Jean-Paul Sartre c’est rentrer dans un champ ambigu, c’est transiter entre l’imaginaire et la perception, entre le sens et la signification, entre la critique et l’aliénation. En fait, ce sont précisément ces ambiguïtés qu’on abordera dans ce travail, pas afin de les résoudre, mais dans le but de montrer comment le philosophe français les utilise pour construire sa réflexion sur l’art. Nous allons essayer, alors, de montrer comment l’œuvre d’art, même s’il est une irréalité, n’exclut pas la dimension perceptible. Ensuite, nous cherchons à élucider la façon que cette dimension irréelle ouvre la possibilité soit d’un art critique, soit d’un art aliénant, en montrant, d'ailleurs, que cette opposition ne s’identifie pas avec la distinction entre les arts signifiants e les arts non signifiants. Enfin, nous chercherons à expliquer comment une œuvre d’art peut exprimer de façon concrète la critique ou l’aliénation, et que ça ne découle pas uniquement de l’artiste, mais dépend aussi de l’attitude du public.
URI: http://repositorio.ufes.br/handle/10/9363
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