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Título: Avaliação da Umidade e da Resistência Superficial ao Cisalhamento em Argamassas de Revestimento Medida Através do Equipamento Vane Shear Test.
Autor(es): VINCO, L. G. F.
Orientador: VIEIRA, G. L.
Palavras-chave: Argamassa de revestimento
Resistência Superficial ao Cisalh
Data do documento: 29-Ago-2017
Editor: Universidade Federal do Espírito Santo
Citação: VINCO, L. G. F., Avaliação da Umidade e da Resistência Superficial ao Cisalhamento em Argamassas de Revestimento Medida Através do Equipamento Vane Shear Test.
Resumo: A utilização de argamassas de cimento Portland para a produção de revestimentos de tetos e paredes é uma realidade em obras civis no Brasil. Dentre as etapas de produção do revestimento argamassado, o acabamento superficial, conhecido popularmente como sarrafeamento, é tido como um procedimento empírico, onde o oficial pedreiro pressiona a superfície das argamassas com os dedos das mãos para definir em qual momento (resistência), após a aplicação da argamassa sob o substrato, deverá aplicar o cisalhamento com a régua niveladora. Este procedimento, por ser totalmente empírico, carece de um sistema de controle de qualidade para que falhas de execução e manifestações patológicas nesta etapa sejam menos recorrentes. Deste modo, este trabalho visa avaliar o comportamento da umidade das argamassas aplicadas no substrato, e a evolução da resistência das argamassas de revestimento no estado fresco tendo como base medidas superficiais de resistência ao cisalhamento com auxílio do aparelho Vane Shear Test, em que utilizou-se dois tipos de cimentos (CPII-Z-32 e CPIII-40-RS), dois tipos de substratos (bloco cerâmico e bloco de concreto), com e sem a aplicação de chapisco e dois traços comumente utilizados em obra, 1:1:6 e 1:2:9 (cimento:cal:areia). Os ensaios permitiram avaliar que a evolução da Resistência Superficial ao Cisalhamento (RSC) para blocos cerâmicos é de 4,45 vezes maior que o bloco de concreto. As argamassas produzidas com cimento CPII-Z-32 gera um crescimento de aproximadamente 30% maior quando comparada com argamassas produzidas com CPIII-40-RS. Já os substratos com chapisco e com traço 1:1:6 (cimento:cal:areia) geram um acréscimo de 15% na RSC quando comparados com a base não chapiscada e o traço 1:2:9 (cimento:cal:areia), respectivamente. Palavras-chave: Argamassa de revestimento; Resistência Superficial ao Cisalhamento (RSC); Vane Shear Test.
URI: http://repositorio.ufes.br/handle/10/9491
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