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Título: HIGIENIZAÇÃO SOLAR DE LODO DE ESTAÇÃO DE TRATAMENTO DE ESGOTO EM ESTUFA AGRÍCOLA PARA PRODUÇÃO DE BIOSSÓLIDOS
Autor(es): ALVES, J. A. D.
Orientador: GONCALVES, R. F.
Data do documento: 22-Dez-2015
Editor: Universidade Federal do Espírito Santo
Citação: ALVES, J. A. D., HIGIENIZAÇÃO SOLAR DE LODO DE ESTAÇÃO DE TRATAMENTO DE ESGOTO EM ESTUFA AGRÍCOLA PARA PRODUÇÃO DE BIOSSÓLIDOS
Resumo: A geração de lodo proveniente de Estações de Tratamento de Esgoto cresce proporcionalmente, quando relacionado ao crescimento da população, da porcentagem de esgotos sanitários tratados e do nível de eficiência com que são tratados. As destinações finais para esse subproduto geralmente são os aterros sanitários, porém, devido ao grande volume de lodo produzido diariamente, o custo com disposição em aterro sanitário fica relativamente alto. Tendo em vista o seu potencial para uso agrícola, esta pesquisa teve como objetivo estudar o lodo de estação de tratamento de esgoto desaguado em leitos de secagem, garantindo assim a redução do teor de umidade e do volume desse material e o tratamento de higienização em estufa agrícola, para garantir o baixo nível de patogenicidade. A pesquisa foi desenvolvida através de uma campanha de testes seguida de uma repetição, que ocorreu no período de 28 de maio a 06 de agosto de 2015. Duas leiras de lodo com as mesmas características foram montadas no interior da estufa agrícola, uma leira tendo sido submetida ao repouso e a outra ao revolvimento uma vez ao dia, em dias úteis. Diariamente a temperatura interna da estufa foi anotada e emanalmente foi coletado lodo de ambas as leiras, para monitoramento dos parâmetros físico-químico e microbiológico predefinidos na Resolução Conama 375/2006. Os resultados obtidos indicaram que o lodo da ETE, tratado por higienização solar em estufas agrícolas, tem melhores e mais rápidos resultados na redução de agentes patógenos quando submetidos a períodos de pausa. Constatou-se que o lodo pode ser submetido a desidratação e higienização no próprio leito de secagem desde que mantidas as condições de baixa umidade e radiação solar direta. Conclui-se que os resultados físico-químicos e microbiológicos do lodo em estudo resultaram em biossólido Classe A, conforme a pesquisa almejava.
URI: http://repositorio.ufes.br/handle/10/9544
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