Use este identificador para citar ou linkar para este item: http://repositorio.ufes.br/handle/10/9746
Título: AVALIAÇÃO de Aditivos Nanocompositos para Tintas Anticorrosivas a Base de Epoxi
Autor(es): PEDRONI, M. K.
Orientador: MACEDO, M. C. S.
Coorientador: PONZIO, E. A.
Data do documento: 31-Mar-2017
Editor: Universidade Federal do Espírito Santo
Citação: PEDRONI, M. K., AVALIAÇÃO de Aditivos Nanocompositos para Tintas Anticorrosivas a Base de Epoxi
Resumo: O aço carbono A36 e aço inoxidável 304 são utilizados em tubulações em equipamentos nas indústrias navais e estão expostos a ambientes agressivos favoráveis a corrosão e desgaste do material. Por este motivo, muitas pesquisas são focadas no desenvolvimento de novas tintas e inibidores de corrosão. A polianilina (PANI) é um polímero condutor amplamente utilizado pela sua propriedade protetora. Neste trabalho, amostras desses aços foram revestidas com tintas anticorrosivas comerciais a base de epóxi aditivadas com PANI/dióxido de vanádio e PANI/grafite em diferentes proporções. O desempenho de corrosão dos revestimentos com o aumento do tempo de imersão foi realizado através da técnica de espectroscopia de impedância eletroquímica em solução de 1M HCl. Esse ensaio permitiu determinar as resistências (Rc) e capacitâncias (Cc) dos revestimentos, resistência de transferência de carga (Rct) e capacitância da dupla camada elétrica (Cdl) através das simulações por circuitos elétricos equivalentes. Na maioria dos revestimentos, o aumento do tempo contribuiu para redução da proteção e a amostra 0,5PV (0,5% PANI/V2O5) apresentou maior valor de Rc, logo a tinta aditivada com 0,5PV foi mais eficiente na proteção contra a corrosão. Para avaliar o comportamento mecânico e tribológico desses revestimentos foi utilizada a técnica de esclerometria linear utilizando uma ferramenta de corte de carbeto de tungstênio, seguindo a seguinte configuração: velocidade de riscamento de 0,1 mm/s e carga normal de rompimento variando de 2 a 9N. Com esse ensaio, foram determinadas a carga crítica, a dureza ao risco, o fator fab, que avalia a relação entre a área do material deslocado para as laterais e a área do sulco do risco, o grau de penetração, que é uma relação entre a profundidade e a largura do risco. Todos os revestimentos apresentaram o microcorte como micromecanismo de desgaste e a amostra de 0.5PV de aço carbono apresentou o melhor comportamento quanto à resistência ao desgaste. Palavras chave:TINTAS, IMPEDÂNCIA ELETROQUÍMICA, ESCLEROMETRIA
URI: http://repositorio.ufes.br/handle/10/9746
Aparece nas coleções:PPGEM - Dissertações de mestrado

Arquivos associados a este item:
Arquivo Descrição TamanhoFormato 
tese_10933_MANOELA KENUPP PEDRONI .pdf4.32 MBAdobe PDFVisualizar/Abrir


Os itens no repositório estão protegidos por copyright, com todos os direitos reservados, salvo quando é indicado o contrário.